segunda-feira, 2 de julho de 2012

Atenção: digamos não à PL 122!

Queridos irmãos católicos, todos os Cristãos e homens de boa vontade. Partilho algumas reflexões e considerações da “Congregação para a Doutrina da Fé” sobre a aprovação de leis a respeito da discriminação às pessoas homossexuais. CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ CONSIDERAÇÕES SOBRE OS PROJECTOS DE RECONHECIMENTO LEGAL DAS UNIÕES ENTRE PESSOAS HOMOSSEXUAIS INTRODUÇÃO 1. Diversas questões relativas à homossexualidade foram recentemente tratadas várias vezes pelo Santo Padre João Paulo II e pelos competentes Dicastérios da Santa Sé.(1) Trata-se, com efeito, de um fenómeno moral e social preocupante, inclusive nos Países onde ainda não se tornou relevante sob o ponto de vista do ordenamento jurídico. A preocupação é, todavia, maior nos Países que já concederam ou se propõem conceder reconhecimento legal às uniões homossexuais, alargando-o, em certos casos, mesmo à habilitação para adoptar filhos. As presentes Considerações não contêm elementos doutrinais novos; entendem apenas recordar os pontos essenciais sobre o referido problema e fornecer algumas argumentações de carácter racional, que possam ajudar os Bispos a formular intervenções mais específicas, de acordo com as situações particulares das diferentes regiões do mundo: intervenções destinadas a proteger e promover a dignidade do matrimónio, fundamento da família, e a solidez da sociedade, de que essa instituição é parte constitutiva. Têm ainda por fim iluminar a actividade dos políticos católicos, a quem se indicam as linhas de comportamento coerentes com a consciência cristã, quando tiverem de se confrontar com projectos de lei relativos a este problema.(2) Tratando-se de uma matéria que diz respeito à lei moral natural, as seguintes argumentações são propostas não só aos crentes, mas a todos os que estão empenhados na promoção e defesa do bem comum da sociedade. I. NATUREZA E CARACTERÍSTICAS IRRENUNCIÁVEIS DO MATRIMÓNIO 2. O ensinamento da Igreja sobre o matrimónio e sobre a complementaridade dos sexos propõe uma verdade, evidenciada pela recta razão e reconhecida como tal por todas as grandes culturas do mundo. O matrimónio não é uma união qualquer entre pessoas humanas. Foi fundado pelo Criador, com uma sua natureza, propriedades essenciais e finalidades.(3) Nenhuma ideologia pode cancelar do espírito humano a certeza de que só existe matrimónio entre duas pessoas de sexo diferente, que através da recíproca doação pessoal, que lhes é própria e exclusiva, tendem à comunhão das suas pessoas. Assim se aperfeiçoam mutuamente para colaborar com Deus na geração e educação de novas vidas. 3. A verdade natural sobre o matrimónio foi confirmada pela Revelação contida nas narrações bíblicas da criação e que são, ao mesmo tempo, expressão da sabedoria humana originária, em que se faz ouvir a voz da própria natureza. São três os dados fundamentais do plano criador relativamente ao matrimónio, de que fala o Livro do Génesis. Em primeiro lugar, o homem, imagem de Deus, foi criado « homem e mulher » (Gn 1, 27). O homem e a mulher são iguais enquanto pessoas e complementares enquanto homem e mulher. A sexualidade, por um lado, faz parte da esfera biológica e, por outro, é elevada na criatura humana a um novo nível, o pessoal, onde corpo e espírito se unem. Depois, o matrimónio é instituído pelo Criador como forma de vida em que se realiza aquela comunhão de pessoas que requer o exercício da faculdade sexual. « Por isso, o homem deixará o seu pai e a sua mãe e unir-se-á à sua mulher e os dois tornar-se-ão uma só carne » (Gn 2, 24). Por fim, Deus quis dar à união do homem e da mulher uma participação especial na sua obra criadora. Por isso, abençoou o homem e a mulher com as palavras: « Sede fecundos e multiplicai-vos » (Gn 1, 28). No plano do Criador, a complementaridade dos sexos e a fecundidade pertencem, portanto, à própria natureza da instituição do matrimónio. Além disso, a união matrimonial entre o homem e a mulher foi elevada por Cristo à dignidade de sacramento. A Igreja ensina que o matrimónio cristão é sinal eficaz da aliança de Cristo e da Igreja (cf. Ef 5, 32). Este significado cristão do matrimónio, longe de diminuir o valor profundamente humano da união matrimonial entre o homem e a mulher, confirma-o e fortalece-o (cf. Mt 19, 3-12; Mc 10, 6-9). 4. Não existe nenhum fundamento para equiparar ou estabelecer analogias, mesmo remotas, entre as uniões homossexuais e o plano de Deus sobre o matrimónio e a família. O matrimónio é santo, ao passo que as relações homossexuais estão em contraste com a lei moral natural. Os actos homossexuais, de facto, « fecham o acto sexual ao dom da vida. Não são fruto de uma verdadeira complementaridade afectiva e sexual. Não se podem, de maneira nenhuma, aprovar ».(4) Na Sagrada Escritura, as relações homossexuais « são condenadas como graves depravações… (cf. Rm 1, 24-27; 1 Cor 6, 10; 1 Tm 1, 10). Desse juízo da Escritura não se pode concluir que todos os que sofrem de semelhante anomalia sejam pessoalmente responsáveis por ela, mas nele se afirma que os actos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados ».(5) Idêntico juízo moral se encontra em muitos escritores eclesiásticos dos primeiros séculos,(6) e foi unanimemente aceite pela Tradição católica. Também segundo o ensinamento da Igreja, os homens e as mulheres com tendências homossexuais « devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Deve evitar-se, para com eles, qualquer atitude de injusta discriminação ».(7) Essas pessoas, por outro lado, são chamadas, como os demais cristãos, a viver a castidade.(8) A inclinação homossexual é, todavia, « objectivamente desordenada »,(9) e as práticas homossexuais « são pecados gravemente contrários à castidade ».(10) II. ATITUDES PERANTE O PROBLEMA DAS UNIÕES HOMOSSEXUAIS 5. Em relação ao fenómeno das uniões homossexuais, existentes de facto, as autoridades civis assumem diversas atitudes: por vezes, limitam-se a tolerar o fenómeno; outras vezes, promovem o reconhecimento legal dessas uniões, com o pretexto de evitar, relativamente a certos direitos, a discriminação de quem convive com uma pessoa do mesmo sexo; nalguns casos, chegam mesmo a favorecer a equivalência legal das uniões homossexuais com o matrimónio propriamente dito, sem excluir o reconhecimento da capacidade jurídica de vir a adoptar filhos. Onde o Estado assume uma política de tolerância de facto, sem implicar a existência de uma lei que explicitamente conceda um reconhecimento legal de tais formas de vida, há que discernir bem os diversos aspectos do problema. É imperativo da consciência moral dar, em todas as ocasiões, testemunho da verdade moral integral, contra a qual se opõem tanto a aprovação das relações homossexuais como a injusta discriminação para com as pessoas homossexuais. São úteis, portanto, intervenções discretas e prudentes, cujo conteúdo poderia ser, por exemplo, o seguinte: desmascarar o uso instrumental ou ideológico que se possa fazer de dita tolerância; afirmar com clareza o carácter imoral desse tipo de união; advertir o Estado para a necessidade de conter o fenómeno dentro de limites que não ponham em perigo o tecido da moral pública e que, sobretudo, não exponham as jovens gerações a uma visão errada da sexualidade e do matrimónio, que os privaria das defesas necessárias e, ao mesmo tempo, contribuiria para difundir o próprio fenómeno. Àqueles que, em nome dessa tolerância, entendessem chegar à legitimação de específicos direitos para as pessoas homossexuais conviventes, há que lembrar que a tolerância do mal é muito diferente da aprovação ou legalização do mal. Em presença do reconhecimento legal das uniões homossexuais ou da equiparação legal das mesmas ao matrimónio, com acesso aos direitos próprios deste último, é um dever opor-se-lhe de modo claro e incisivo. Há que abster-se de qualquer forma de cooperação formal na promulgação ou aplicação de leis tão gravemente injustas e, na medida do possível, abster-se também da cooperação material no plano da aplicação. Nesta matéria, cada qual pode reivindicar o direito à objecção de consciência. III. ARGUMENTAÇÕES RACIONAIS CONTRA O RECONHECIMENTO LEGAL DAS UNIÕES HOMOSSEXUAIS 6. A compreensão das razões que inspiram o dever de se opor desta forma às instâncias que visem legalizar as uniões homossexuais exige algumas considerações éticas específicas, que são de diversa ordem. De ordem relativa à recta razão A função da lei civil é certamente mais limitada que a da lei moral.(11) A lei civil, todavia, não pode entrar em contradição com a recta razão sob pena de perder a força de obrigar a consciência.(12) Qualquer lei feita pelos homens tem razão de lei na medida que estiver em conformidade com a lei moral natural, reconhecida pela recta razão, e sobretudo na medida que respeitar os direitos inalienáveis de toda a pessoa.(13) As legislações que favorecem as uniões homossexuais são contrárias à recta razão, porque dão à união entre duas pessoas do mesmo sexo garantias jurídicas análogas às da instituição matrimonial. Considerando os valores em causa, o Estado não pode legalizar tais uniões sem faltar ao seu dever de promover e tutelar uma instituição essencial ao bem comum, como é o matrimónio. Poderá perguntar-se como pode ser contrária ao bem comum uma lei que não impõe nenhum comportamento particular, mas apenas se limita a legalizar uma realidade de facto, que aparentemente parece não comportar injustiça para com ninguém. A tal propósito convém reflectir, antes de mais, na diferença que existe entre o comportamento homossexual como fenómeno privado, e o mesmo comportamento como relação social legalmente prevista e aprovada, a ponto de se tornar numa das instituições do ordenamento jurídico. O segundo fenómeno, não só é mais grave, mas assume uma relevância ainda mais vasta e profunda, e acabaria por introduzir alterações na inteira organização social, que se tornariam contrárias ao bem comum. As leis civis são princípios que estruturam a vida do homem no seio da sociedade, para o bem ou para o mal. « Desempenham uma função muito importante, e por vezes determinante, na promoção de uma mentalidade e de um costume ».(14) As formas de vida e os modelos que nela se exprimem não só configuram externamente a vida social, mas ao mesmo tempo tendem a modificar, nas novas gerações, a compreensão e avaliação dos comportamentos. A legalização das uniões homossexuais acabaria, portanto, por ofuscar a percepção de alguns valores morais fundamentais e desvalorizar a instituição matrimonial. De ordem biológica e antropológica 7. Nas uniões homossexuais estão totalmente ausentes os elementos biológicos e antropológicos do matrimónio e da família, que poderiam dar um fundamento racional ao reconhecimento legal dessas uniões. Estas não se encontram em condição de garantir de modo adequado a procriação e a sobrevivência da espécie humana. A eventual utilização dos meios postos à sua disposição pelas recentes descobertas no campo da fecundação artificial, além de comportar graves faltas de respeito à dignidade humana,(15) não alteraria minimamente essa sua inadequação. Nas uniões homossexuais está totalmente ausente a dimensão conjugal, que representa a forma humana e ordenada das relações sexuais. Estas, de facto, são humanas, quando e enquanto exprimem e promovem a mútua ajuda dos sexos no matrimónio e se mantêm abertas à transmissão da vida. Como a experiência confirma, a falta da bipolaridade sexual cria obstáculos ao desenvolvimento normal das crianças eventualmente inseridas no interior dessas uniões. Falta-lhes, de facto, a experiência da maternidade ou paternidade. Inserir crianças nas uniões homossexuais através da adopção significa, na realidade, praticar a violência sobre essas crianças, no sentido que se aproveita do seu estado de fraqueza para introduzi-las em ambientes que não favorecem o seu pleno desenvolvimento humano. Não há dúvida que uma tal prática seria gravemente imoral e pôr-se-ia em aberta contradição com o princípio reconhecido também pela Convenção internacional da ONU sobre os direitos da criança, segundo o qual, o interesse superior a tutelar é sempre o da criança, que é a parte mais fraca e indefesa. De ordem social 8. A sociedade deve a sua sobrevivência à família fundada sobre o matrimónio. É, portanto, uma contradição equiparar à célula fundamental da sociedade o que constitui a sua negação. A consequência imediata e inevitável do reconhecimento legal das uniões homossexuais seria a redefinição do matrimónio, o qual se converteria numa instituição que, na sua essência legalmente reconhecida, perderia a referência essencial aos factores ligados à heterossexualidade, como são, por exemplo, as funções procriadora e educadora. Se, do ponto de vista legal, o matrimónio entre duas pessoas de sexo diferente for considerado apenas como um dos matrimónios possíveis, o conceito de matrimónio sofrerá uma alteração radical, com grave prejuízo para o bem comum. Colocando a união homossexual num plano jurídico análogo ao do matrimónio ou da família, o Estado comporta-se de modo arbitrário e entra em contradição com os próprios deveres. Em defesa da legalização das uniões homossexuais não se pode invocar o princípio do respeito e da não discriminação de quem quer que seja. Uma distinção entre pessoas ou a negação de um reconhecimento ou de uma prestação social só são inaceitáveis quando contrárias à justiça.(16) Não atribuir o estatuto social e jurídico de matrimónio a formas de vida que não são nem podem ser matrimoniais, não é contra a justiça; antes, é uma sua exigência. Nem tão pouco se pode razoavelmente invocar o princípio da justa autonomia pessoal. Uma coisa é todo o cidadão poder realizar livremente actividades do seu interesse, e que essas actividades que reentrem genericamente nos comuns direitos civis de liberdade, e outra muito diferente é que actividades que não representam um significativo e positivo contributo para o desenvolvimento da pessoa e da sociedade possam receber do Estado um reconhecimento legal especifico e qualificado. As uniões homossexuais não desempenham, nem mesmo em sentido analógico remoto, as funções pelas quais o matrimónio e a família merecem um reconhecimento específico e qualificado. Há, pelo contrário, razões válidas para afirmar que tais uniões são nocivas a um recto progresso da sociedade humana, sobretudo se aumentasse a sua efectiva incidência sobre o tecido social. De ordem jurídico 9. Porque as cópias matrimoniais têm a função de garantir a ordem das gerações e, portanto, são de relevante interesse público, o direito civil confere-lhes um reconhecimento institucional. As uniões homossexuais, invés, não exigem uma específica atenção por parte do ordenamento jurídico, porque não desempenham essa função em ordem ao bem comum. Não é verdadeira a argumentação, segundo a qual, o reconhecimento legal das uniões homossexuais tornar-se-ia necessário para evitar que os conviventes homossexuais viessem a perder, pelo simples facto de conviverem, o efectivo reconhecimento dos direitos comuns que gozam enquanto pessoas e enquanto cidadãos. Na realidade, eles podem sempre recorrer – como todos os cidadãos e a partir da sua autonomia privada – ao direito comum para tutelar situações jurídicas de interesse recíproco. Constitui porém uma grave injustiça sacrificar o bem comum e o recto direito de família a pretexto de bens que podem e devem ser garantidos por vias não nocivas à generalidade do corpo social.(17) IV. COMPORTAMENTOS DOS POLÍTICOS CATÓLICOS PERANTE LEGISLAÇÕES FAVORÁVEIS ÀS UNIÕES HOMOSSEXUAIS 10. Se todos os fiéis são obrigados a opor-se ao reconhecimento legal das uniões homossexuais, os políticos católicos são-no de modo especial, na linha da responsabilidade que lhes é própria. Na presença de projectos de lei favoráveis às uniões homossexuais, há que ter presentes as seguintes indicações éticas. No caso que se proponha pela primeira vez à Assembleia legislativa um projecto de lei favorável ao reconhecimento legal das uniões homossexuais, o parlamentar católico tem o dever moral de manifestar clara e publicamente o seu desacordo e votar contra esse projecto de lei. Conceder o sufrágio do próprio voto a um texto legislativo tão nocivo ao bem comum da sociedade é um acto gravemente imoral. No caso de o parlamentar católico se encontrar perante uma lei favorável às uniões homossexuais já em vigor, deve opor-se-lhe, nos modos que lhe forem possíveis, e tornar conhecida a sua oposição: trata-se de um acto devido de testemunho da verdade. Se não for possível revogar completamente uma lei desse género, o parlamentar católico, atendo-se às orientações dadas pela Encíclica Evangelium vitae, « poderia dar licitamente o seu apoio a propostas destinadas a limitar os danos de uma tal lei e diminuir os seus efeitos negativos no plano da cultura e da moralidade pública », com a condição de ser « clara e por todos conhecida » a sua « pessoal e absoluta oposição » a tais leis, e que se evite o perigo de escândalo.(18) Isso não significa que, nesta matéria, uma lei mais restritiva possa considerar-se uma lei justa ou, pelo menos, aceitável; trata-se, pelo contrário, da tentativa legítima e obrigatória de proceder à revogação, pelo menos parcial, de uma lei injusta, quando a revogação total não é por enquanto possível. CONCLUSÃO 11. A Igreja ensina que o respeito para com as pessoas homossexuais não pode levar, de modo nenhum, à aprovação do comportamento homossexual ou ao reconhecimento legal das uniões homossexuais. O bem comum exige que as leis reconheçam, favoreçam e protejam a união matrimonial como base da família, célula primária da sociedade. Reconhecer legalmente as uniões homossexuais ou equipará-las ao matrimónio, significaria, não só aprovar um comportamento errado, com a consequência de convertê-lo num modelo para a sociedade actual, mas também ofuscar valores fundamentais que fazem parte do património comum da humanidade. A Igreja não pode abdicar de defender tais valores, para o bem dos homens e de toda a sociedade. O Sumo Pontífice João Paulo II, na Audiência concedida a 28 de Março de 2003 ao abaixo-assinado Cardeal Prefeito, aprovou as presentes Considerações, decididas na Sessão Ordinária desta Congregação, e mandou que fossem publicadas. Roma, sede da Congregação para a Doutrina da Fé, 3 de Junho de 2003, memória de São Carlos Lwanga e companheiros, mártires. Joseph Card. Ratzinger Prefeito Angelo Amato, S.D.B. Arcebispo titular de Sila Secretário (1) Cf. João Paulo II, Alocuções por ocasião da recitação do Angelus, 20 de Fevereiro de 1994 e 19 de Junho de 1994; Discurso aos participantes na Assembleia Plenária do Conselho Pontifício para a Família, 24 de Março de 1999; Catecismo da Igreja Católica, nn. 2357-2359, 2396; Congregação para a Doutrina da Fé, Declaração Persona humana, 29 de Dezembro de 1975, n. 8; Carta sobre a cura pastoral das pessoas homossexuais, 1 de Outubro de 1986; Algumas Considerações sobre a Resposta a propostas de lei em matéria de não discriminação das pessoas homossexuais, 24 de Julho de 1992; Conselho Pontifício para a Família, Carta aos Presidentes das Conferências Episcopais da Europa sobre a resolução do Parlamento Europeu em matéria de cópias homossexuais, 25 de Março de 1994; Família, matrimónio e « uniões de facto », 26 de Julho de 2000, n. 23. (2) Cf. Congregação para a Doutrina da Fé, Nota doutrinal sobre algumas questões relativas ao empenho e comportamento dos católicos na vida política, 24 de Novembro de 2002, n. 4. (3) Cf. Concílio Vaticano II, Constituição pastoral Gaudium et spes, n. 48. (4) Catecismo da Igreja Católica, n. 2357. (5) Congregação para a Doutrina da Fé, Declaração Persona humana, 29 de Dezembro de 1975, n. 8. (6) Cf. por exemplo, S. Policarpo, Carta aos Filipenses, V, 3; S. Justino, Primeira Apologia, 27, 1-4; Atenágoras, Súplica em favor dos cristãos, 34. (7) Catecismo da Igreja Católica, n. 2358; cf. Congregação para a Doutrina da Fé, Carta sobre a cura pastoral das pessoas homossexuais, 1 de Outubro de 1986, n. 10. (8) Cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 2359; Congregação para a Doutrina da Fé, Carta sobre a cura pastoral das pessoas homossexuais, 1 de Outubro de 1986, n. 12. (9) Catecismo da Igreja Católica, n. 2358. (10) Ibid., n. 2396. (11) Cf. João Paulo II, Carta encíclica Evangelium vitae, 25 de Março de 1995, n. 71. (12) Cf. ibid., n. 72. (13) Cf. S. Tomás de Aquino, Summa Theologiae, I-II, q. 95, a. 2. (14) João Paulo II, Carta encíclica Evangelium vitae, 25 de Março de 1995, n. 90. (15) Cf. Congregação para a Doutrina da Fé, Instrução Donum vitae, 22 de Fevereiro de 1987, II. A. 1-3. (16) Cf. S. Tomás de Aquino, Summa Theologiae, II-II, q. 63, a. 1, c. (17) Deve, além disso, ter-se presente que existe sempre « o perigo de uma legislação, que faça da homossexualidade uma base para garantir direitos, poder vir de facto a encorajar uma pessoa com tendências homossexuais a declarar a sua homossexualidade ou mesmo a procurar um parceiro para tirar proveito das disposições da lei » (Congregação para a Doutrina da Fé, Algumas Considerações sobre a Resposta a propostas de lei em matéria de não discriminação das pessoas homossexuais, 24 de Julho de 1992, n. 14). (18) João Paulo II, Carta encíclica Evangelium vitae, 25 de Março de 1995, n. 73. Concluo dizendo a você que leu esse documento, que precisamos entrar em contato com os Senadores dizendo que somos contra a PL 122 e pressioná-los à votar contra esse projeto de lei. Deus abençoe.

Jovens Sarados, projeto de céu

Temos, diante de nós, um jovem que foi escolhido para ser um sinal claro da manifestação de Deus: Salomão. Na Palavra, você pôde escutar que Salomão era um adolescente e se sentia muito incapaz, muito imaturo para dirigir aquele povo na vontade de Deus. Mas quando o Senhor escolhe alguém, é para ser-lhe fiel e andar nos Seus caminhos. Ao longo da história, Deus escolheu muitos homens como reis, juízes e anciãos que, humanamente, eram mais ‘capacitados’ que Salomão, mas que foram infiéis e O desobedeceram. Jovem, se Deus aparecesse para você agora, o que você pediria a Ele? Riqueza, mulheres, casa na praia, paz, saúde…? É bonito ver que Salomão pede coisas grandes a Deus, pede o que precisaria para realizar a missão que o Senhor lhe havia dado: “Dá, pois, a teu servo um coração compreensivo, capaz de dirigir o Teu povo e de discernir entre o bem e o mal”. O que Salomão pede é algo que não passa. Um jovem sarado precisa pedir a Deus o que Salomão pediu: discernimento sobre o que é bom e o que não o é; o que eu posso fazer e viver e o que eu não posso. Devemos nos perguntar: “Será que posso ir a este lugar?”, “Será que a maneira com que estou namorando vai gerar em mim santidade?”, “Será que este livro, esta música, esta festa…” O que é bom e o que é mau? Salomão era um jovem sarado e sua oração agradou ao Senhor, porque ele pediu o necessário. O mal e o bem estão batendo à sua porta, jovem, mas quem escolhe a quem seguir? Você. Deus já fez a Sua escolha e escolheu salvar você, derramando o Seu sangue na cruz. Mas agora é a sua decisão por Deus. Querer a salvação depende de nós, não depende mais de Deus, porque o que Ele tinha de fazer já o fez. Salomão pediu ao Senhor a graça de fazer, com sabedoria, a escolha por Ele; este deve ser o pedido de um Jovem Sarado. O Papa já falou que este mundo está vivendo a ditadura do relativismo, e este relativismo vai entrando onde há uma brecha, principalmente naqueles que fizeram a opção radical por Deus, mas que, ao longo dos anos, vão se esmorecendo. O Papa Paulo VI também alertou, no início do seu pontificado, que a ‘fumaça do inferno’ entrou na Casa de Deus [Igreja]; aos poucos nós vamos dando vazão e este mal, e temos de pedir a sabedoria para escolher o bem e rejeitar o mal. Talvez Deus não tenha lhe dado muita coisa até agora, porque você esteja pedindo coisas fúteis. A Igreja Católica não prega a teologia da prosperidade, que é uma grande heresia dos nossos tempos. Ela prega a cruz, um Cristianismo autêntico que nos chama a viver uma santidade radical. Jovem, eu sei que você não pensa pequeno e que quer ser um grande profissional, ser promovido, ter um bom trabalho; mas você precisa querer, antes, a santidade, uma vida de renúncias àquilo que a TV prega, às músicas extremamente sensuais que vão estragando-o e fazendo com que o mal seja mais forte na sua vida. Eu tenho me encantado com Santa Inês, uma jovem tão bonita que muitos homens se interessavam por ela. Um homem, que era filho do prefeito da cidade, ficou tentando conquistá-la, mas Inês disse a ele: “Eu já tenho um esposo: Jesus Cristo”. O prefeito da cidade mandou a moça para um prostíbulo e lá deixaram-na nua, mas o primeiro homem que tentou tocar em Inês caiu duro (morto). Inês morreu degolada em nome da pureza. Uma jovem de 13 anos que derramou o sangue para defender a sua virgindade. Deus quer este coração de correspondência e de atitude nos jovens sarados, mas é preciso que vocês sejam radicais. O Jovem Sarado tem um ideal que o faz dizer ‘não’ às coisas deste mundo: Jesus Cristo. Você tem que ter um ideal. Fica horas e horas na internet, na televisão, no Twitter… Será que é pedir demais que você tire uma hora para ler a Palavra? Para ler o Youcat (Catecismo Jovem) ou um livro de formação? Se você não tomar uma atitude, nada disso vai acontecer. Jovem Sarado é jovem de atitude! Você acha que eu tenho vontade de celebrar [a Missa] todos os dias? Não, mas eu a celebro por amor a Jesus; e este amor me faz ser um sacerdote de atitude, porque minha fé não está no sentimento, mas no amor. http://blog.cancaonova.com/padrerogerluis/

“Mais uma vez a questão do aborto”

Nota Pastoral “Mais uma vez a questão do aborto” DOM ANTONIO CARLOS ROSSI KELLER PELA GRAÇA DE DEUS E DA SANTA SÉ APOSTÓLICA BISPO DE FREDERICO WESTPHALEN (RS) Nota Pastoral “Mais uma vez a questão do aborto” “Aquele, portanto, que violar um só desses menores mandamentos e ensinar os homens a fazerem o mesmo, será chamado o menor no Reino dos Céus. Aquele, porém, que os praticar e os ensinar, esse será chamado grande no Reino dos Céus.” (São Mateus 5,19) Caros Diocesanos de Frederico Westphalen, irmãos e irmãs que compreendem o valor da vida humana. Mais uma vez o Bispo Diocesano sente-se no dever, derivado de seu Ministério Episcopal, de vir a público e manifestar-se em relação ao tema do aborto. Mais especificamente, às veladas e covardes ações levadas a cabo por autoridades, que deveriam zelar pela defesa da vida, mas que “na calada da noite” estão empenhadas em implantar a prática do aborto em nossa Pátria, passando por cima da vontade da grande maioria da população que é contrária a esta prática. Poucos dias atrás, os jornais “Folha de São Paulo”, “O Estado de São Paulo” e “Correio Brasiliense”, traziam, em suas primeiras páginas, notícias de ações que visam, na prática a implantação do aborto no país. Somente a título de exemplo, para justificar esta preocupação em relação à introdução velada da prática do aborto, cito, em primeiro lugar “A Folha de São Paulo”. Em reportagem de capa afirmava que, segundo o secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães: O SISTEMA DE SAÚDE BRASILEIRO PASSARÁ A ACOLHER AS MULHERES QUE DESEJAM FAZER ABORTO E ORIENTÁ-LAS SOBRE COMO USAR CORRETAMENTE OS MÉTODOS EXISTENTES PARA ABORTAR. CENTROS DE ACONSELHAMENTO INDICARÃO QUAIS SÃO, EM CADA CASO, OS MÉTODOS ABORTIVOS MAIS SEGUROS DO QUE OUTROS. A Folha afirmava ainda que o modelo será copiado do Uruguai, que o adota desde o ano de 2004. A PROPOSTA, diz a FOLHA, FOI ABORDADA NA ÚLTIMA SEMANA DE MAIO PELA MINISTRA ELEONORA MENICUCCI, QUE AFIRMOU ‘SOMENTE SER CRIME PRATICAR O PRÓPRIO ABORTO, MAS QUE O GOVERNO ENTENDE QUE NÃO É CRIME ORIENTAR UMA MULHER SOBRE COMO PRATICAR O ABORTO’. Depois de orientada sobre como praticar o aborto, uma vez consumado o delito, a mulher passaria por uma nova consulta para evitar maiores conseqüências pós aborto. Ainda segundo a Folha, PARA OS QUE DESENVOLVERAM A POLÍTICA, ELA NÃO SÓ É UMA ATITUDE LEGAL, COMO É ÉTICA E DE DIREITO HUMANO BÁSICO. É preciso recordar que a matéria veiculada pela “Folha de São Paulo” traz dados inverídicos em relação aos números do aborto do Brasil. A “Folha” acolhe os números do governo, que afirma que há mais de um milhão de abortos por ano, no Brasil. Os números reais são bem outros. Hoje, no Brasil, acontecem cerca de cem mil abortos por ano, e este número está diminuindo pouco a pouco. Isto é o que pode se concluir dos próprios dados do Ministério da Saúde, que mostram que o número de internações por aborto no Brasil, nos últimos quatro anos, está diminuindo à taxa de 12% ao ano, todos os anos. Na matéria veiculada pelo jornal paulistano, não são apresentados os números reais, por exemplo, das internações por razões de aborto. Ao afirmar que são cerca de duzentas mil as internações por causa do aborto, o jornal não leva em consideração que destas duzentas mil, cerca de cinquenta mil são por causa do aborto provocado. As outras cento e cinquenta mil são devidas ao aborto espontâneo. Ou seja, há um propósito do governo, secundado pela “Folha de São Paulo” em inflar os números do aborto… Há uma “Pesquisa Nacional do Aborto”, levada a cabo pela Universidade de Brasília em conjunto com a ANIS, que revela números mais reais: No Brasil, de cada duas mulheres que provocam o aborto, uma é internada. Portanto, se há cinquenta mil internações por ano por aborto provocado, isto significa que são realizados cem mil abortos por ano e não o milhão e meio de abortos provocados, números estes anunciados pelas autoridades. A realidade mostra não só que os números dos que são contrários ao aborto, entre a população brasileira, estão aumentando. Mas que também as brasileiras estão abortando cada vez menos, no Brasil. Esta é a realidade dos números. A Matéria de “O Estado de São Paulo”, por sua vez, trata da elaboração, por parte do Ministério da Saúde e de um “grupo de especialistas” de uma “cartilha” que tem como finalidade orientar as mulheres que desejam abortar. “A INTENÇÃO É FECHARMOS O MATERIAL DE ORIENTAÇÃO EM, NO MÁXIMO, UM MÊS”, AFIRMOU O COORDENADOR DO GRUPO DE ESTUDOS SOBRE O ABORTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA PARA O PROGRESSO DA CIÊNCIA (SBPC), THOMAZ GOLLOP. O FORMATO FINAL DO PROGRAMA SERÁ DEFINIDO PELO MINISTÉRIO. A CARTILHA CONTERIA, POR EXEMPLO, INFORMAÇÕES PARA MULHER ESCOLHER O LUGAR DO PROCEDIMENTO”. Já o “Correio Brasiliense” noticiava que ao longo do mês de junho uma comissão de trabalho se reunirá com os técnicos do Ministério da Saúde para formular uma norma técnica que servirá de base para um programa de aconselhamento para mulheres com gravidez indesejada. Além disso, o Correio informa que o Ministério da Saúde tem a intenção de liberar a venda de remédios abortivos, hoje de uso reservado à rede hospitalar. Desta maneira, os médicos poderão orientar as mulheres sobre como praticar o aborto seguro e os medicamentos necessários estarão nas farmácias amplamente disponíveis para o público. Interessante que no decorrer de poucos dias, aparece como que uma onda gigantesca em setores do atual governo a favor, em última instância, do aborto, veiculada por grandes e importantes jornais do país. Muito mais interessante e importante, seria recordar o compromisso que a atual presidente da República assinou, no dia 16 de outubro de 2010, durante a campanha eleitoral, declarando que: “SOU PESSOALMENTE CONTRA O ABORTO E DEFENDO A MANUTENÇÃO DA LEGISLAÇÃO ATUAL SOBRE O ASSUNTO. ELEITA PRESIDENTE DA REPÚBLICA, NÃO TOMAREI A INICIATIVA DE PROPOR ALTERAÇÕES DE PONTOS QUE TRATEM DA LEGISLAÇÃO DO ABORTO E DE OUTROS TEMAS CONCERNENTES À FAMÍLIA E À LIVRE EXPRESSÃO DE QUALQUER RELIGIÃO NO PAÍS. [...] COM ESTES ESCLARECIMENTOS, ESPERO CONTAR COM VOCÊ PARA DETER A SÓRDIDA CAMPANHA DE CALÚNIAS CONTRA MIM ORQUESTRADA”. Assim, apesar de todas as negativas e desculpas, o que se vê, concretamente, é um encaminhamento por baixo dos panos de medidas que visam pura e simplesmente, a prática livre do aborto, já que o grupo que está elaborando, junto com o Ministério da Saúde a nova Norma Técnica que pretende criar em todo o país centros de orientação sobre o aborto, liberalizar a venda de drogas abortivas na rede nacional de farmácias e difundir uma cartilha que ensine as mulheres como e onde praticarem o aborto é exatamente o mesmo Grupo de Estudos sobre o Aborto, coordenado pelo mesmo médico Thomas Gollop, cujo convênio com o Ministério da Saúde estava sendo contratado pelo governo enquanto a atual presidente, na época candidata garantia que jamais promoveria o aborto no Brasil. Ou seja, hoje, em nossa Pátria está acontecendo na prática um verdadeiro ataque que visa obter à revelia da atual legislação e da imensa maioria do povo brasileiro, a pura e simples liberalização do aborto. Há anos nosso país vem sendo alvo destes ataques, já que há muito dinheiro investido por organizações estrangeiras para obter, por razões ideológicas e de cunho geopolítico, a pura e simples liberalização do aborto no Brasil e demais países da América Latina. É preciso reagir a esta sanha abortista, que navega de velas soltas, alimentada por interesses desumanos, e que contraria o desejo da imensa maioria do povo brasileiro. Calar-se, fingir que o problema não existe e desvincular-se de uma ação de reação a esta sanha, é covardia e traição aos princípios mais elementares da fé cristã que professamos. Escrevo esta “Nota Pastoral” ainda sob o efeito da tristeza pelo falecimento de Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, Bispo Emérito de Guarulhos (SP), um digno e combativo Bispo da Santa Igreja Católica, que enfrentou com coragem e destemor até mesmo perseguições e calúnias, por sua intransigente defesa da vida. Há dias, do leito do hospital, Dom Bergonzini escrevia: “Se Ele determinar que eu continue por aqui, todos daremos as mãos e seguraremos nas mãos de Deus para, juntos, combatermos as iniquidades e propagarmos o Evangelho por todos os telhados… e por todos os meios existentes”. Deus determinou outra coisa, e este seu servo certamente já goza da visão beatífica. Sua dedicação em defesa da vida deve servir-nos de alento neste combate exigente. Sabedores de que o aborto é um pecado gravíssimo contra Deus e contra a humanidade, venho apresentar algumas indicações práticas, no sentido de que se busque reagir contra esta imposição por parte das autoridades que deveriam cuidar e promover a vida. É preciso frear estes ataques à vida humana. Tais indicações são oferecidas pela Comissão de Defesa da Vida, do regional Sul 1 da CNBB (São Paulo) e enquadram-se no direito que todos nós, católicos temos, como cidadãos deste país, em nos manifestar. 1. Telefonar, enviar fax e mensagens ao Ministério da Saúde e à Casa Civil da Presidência, mostrando com clareza, ao Ministério da Saúde e à Casa Civil da Presidência que o povo brasileiro compreende exatamente o que nosso governo está fazendo e não está de acordo com a implantação do aborto no país. 2. Pedir em seguida (e isto é importante, já que são aqueles que estão à frente destas ações de violência à vida): (A) A DEMISSÃO IMEDIATA DA MINISTRA ELEONORA MENICUCCI DA SECRETARIA DAS MULHERES. (B) A DEMISSÃO IMEDIATA DO SECRETÁRIO DE ATENÇÃO À SAÚDE DO MINISTÉRIO DA SAÚDE, HELVÉCIO MAGALHÃES. (C) O ROMPIMENTO IMEDIATO DOS CONVÊNIOS DO MINISTÉRIO DA SAÚDE COM O GRUPO DE ESTUDO E PESQUISA SOBRE O ABORTO NO BRASIL. Os contatos para estas manifestações são os seguintes: - CASA CIVIL DA PRESIDÊNCIA: GLEISI HELENA HOFFMANN, MINISTRA-CHEFE DA CASA CIVIL TELEFONES: (61) 3411-1573, 3411-1935, 3411-5866, 3411-1034 FAX: (61) 3321-1461, 3322-3850 MAILS: casacivil@presidencia.gov.br - MINISTÉRIO DA SAÚDE: ALEXANDRE PADILHA , MINISTRO DA SAÚDE TELEFONES: (61) 3315-2392, (61)3315-2393, (61) 3315-2788, (61) 3315-9260, (61) 3315-9262 FAXES: (61) 3224-8747, (61) 3315-2680, (61) 3315-2816 MAILS: ministro@saude.gov.br - SECRETÁRIO DE ATENÇÃO À SAÚDE: HELVÉCIO MIRANDA MAGALHÃES TELEFONES: (61) 3315-2626 3315-2133 FAX: (61) 3225-0054 MAIL: helvecio.junior@saude.gov.br Que Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, abençoe nossa Pátria e nos livre da praga do Aborto. Frederico Westphalen, 13 de junho de 2012. Festa Litúrgica de Santo Antonio Padroeiro da Catedral Diocesana + Antonio Carlos Rossi Keller Bispo de Frederico Westphalen

Sobre o BBB12

Por Dom Henrique Soares, Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Aracajú-SE.
“Mais uma vez o lixo: Big Brother! É hoje que começa mais um Big Brother? Há algum tempo escrevi sobre o tema, logo quando esse tipo de programa começou a aparecer na TV brasileira. As coisas não mudaram; só pioraram! Eis o texto de então, que faço questão de recordar hoje! A situação é extremamente preocupante: no Brasil, há uma televisão de altíssimo nível técnico e baixíssimo nível de programação. Sem nenhum controle ético por parte da sociedade, os chamados canais abertos (aqueles que se podem assistir gratuitamente) fazem a cabeça dos brasileiros e, com precisão satânica, vão destruindo tudo que encontram pela frente: a sacralidade da família, a fidelidade conjugal, o respeito e veneração dos filhos para com os pais, o sentido de tradição (isto é, saber valorizar e acolher os valores e as experiências das gerações passadas), as virtudes, a castidade, a indissolubilidade do matrimônio, o respeito pela religião, o temor amoroso para com Deus. Na telinha, tudo é permitido, tudo é bonitinho, tudo é novidade, tudo é relativo! Na telinha, a vida é pra gente bonita, sarada, corpo legal… A vida é sucesso, é romance com final feliz, é amor livre, aberto desimpedido, é vida que cada um faz e constrói como bem quer e entende! Na telinha tem a Xuxa, a Xuxinha, inocente, com rostinho de anjo, que ensina às jovens o amor liberado e o sexo sem amor, somente pra fabricar um filho… Na telinha tem o Gugu, que aprendeu com a Xuxa e também fabricou um bebê… Na telinha tem os debates frívolos do Fantástico, show da vida ilusória… Na telinha tem ainda as novelas que ensinam a trair, a mentir, a explorar e a desvalorizar a família… Na telinha tem o show de baixaria do Ratinho e do programa vespertino da Bandeirantes, o cinismo cafona da Hebe, a ilusão da Fama… Enquanto na realidade que ela, a satânica telinha ajuda a criar, temos adolescentes grávidas deixando os pais loucos e a o futuro comprometido, jovens com uma visão fútil e superficial da vida, a violência urbana, em grande parte fruto da demolição das famílias e da ausência de Deus na vida das pessoas, os entorpecentes, um culto ridículo do corpo, a pobreza e a injustiça social… E a telinha destruindo valores e criando ilusão… E quando se questiona a qualidade da programação e se pede alguma forma de controle sobre os meios de comunicação, as respostas são prontinhas: (1) assiste quem quer e quem gosta, (2) a programação é espelho da vida real, (3) controlar e informação é antidemocrático e ditatorial… Assim, com tais desculpas esfarrapadas, a bênção covarde e omissa de nossos dirigentes dos três poderes e a omissão medrosa das várias organizações da sociedade civil – incluindo a Igreja, infelizmente – vai a televisão envenenando, destruindo, invertendo valores, fazendo da futilidade e do paganismo a marca registrada da comunicação brasileira… Um triste e último exemplo de tudo isso é o atual programa da Globo, o Big Brother (e também aquela outra porcaria, do SBT, chamada Casa dos Artistas…). Observe-se como o Pedro Bial, apresentador global, chama os personagens do programa: “Meus heróis! Meus guerreiros!” – Pobre Brasil! Que tipo de heróis, que guerreiros! E, no entanto, são essas pessoas absolutamente medíocres e vulgares que são indicadas como modelos para os nossos jovens! Como o programa é feito por pessoas reais, como são na vida, é ainda mais triste e preocupante, porque se pode ver o nível humano tão baixo a que chegamos! Uma semana de convivência e a orgia corria solta… Os palavrões são abundantes, o prato nosso de cada dia… A grande preocupação de todos – assunto de debates, colóquios e até crises – é a forma física e, pra completar a chanchada, esse pessoal, tranqüilamente dá-se as mãos para invocar Jesus… Um jesusinho bem tolinho, invertebrado e inofensivo, que não exige nada, não tem nenhuma influência no comportamento público e privado das pessoas… Um jesusinho de encomenda, a gosto do freguês… que não tem nada a ver com o Jesus vivo e verdadeiro do Evangelho, que é todo carinho, misericórdia e compaixão, mas odeia o fingimento, a hipocrisia, a vulgaridade e a falta de compromisso com ele na vida e exige de nós conversão contínua! Um jesusinho tão bonzinho quanto falsificado… Quanta gente deve ter ficado emocionada com os “heróis” do Pedro Bial cantando “Jesus Cristo, eu estou aqui!” Até quando a televisão vai assim? Até quando os brasileiros ficaremos calados? Pior ainda: até quando os pais deixarão correr solta a programação televisiva em suas casas sem conversarem sobre o problema com seus filhos e sem exercerem uma sábia e equilibrada censura? Isso mesmo: censura! Os pais devem ter a responsabilidade de saber a que programas de TV seus filhos assistem, que sites da internet seus filhos visitam e, assim, orientar, conversar, analisar com eles o conteúdo de toda essa parafernália de comunicação e, se preciso, censurar este ou aquele programa. Censura com amor, censura com explicação dos motivos, não é mal; é bem! Ninguém é feliz na vida fazendo tudo que quer, ninguém amadurece se não conhece limites; ninguém é verdadeiramente humano se não edifica a vida sobre valores sólidos… E ninguém terá valores sólidos se não aprende desde cedo a escolher, selecionar, buscar o que é belo e bom, evitando o que polui o coração, mancha a consciência e deturpa a razão! Aqui não se trata de ser moralista, mas de chamar atenção para uma realidade muito grave que tem provocado danos seríssimos na sociedade. Quem dera que de um modo ou de outro, estas linha de editorial servissem para fazer pensar e discutir e modificar o comportamento e as atitudes de algumas pessoas diante dos meios de comunicação… E se alguém não gostou do que leu, paciência! Escrito por Dom Henrique às 21h27″. http://blog.cancaonova.com/padrerogerluis/2012/01/11/sobre-o-bbb12/

Oração pessoal: condição indispensável para ser intercessor

Certamente todo intercessor sabe a importância que a oração tem em sua vida e também sabe que orar é mais do que fazer algumas petições ao Senhor, lembrando-lhe uma lista de necessidades. O Senhor organizou a vida cristã de tal forma que a oração fosse essencial, imprescindível. Simplesmente é impossível ter vida espiritual sem a oração, de tal forma que não se pode desassociar a Igreja da oração. Nenhum projeto consegue êxito no mundo espiritual se não nos for revelado pelo Senhor através da oração. O aval divino é indispensável. Então, antes de tudo, o povo de Deus deve orar, para que a graça flua em todas as suas atividades. A prática da oração deve ser constante, fazendo parte da vida da Igreja. "Sem a oração cotidiana vivida com fidelidade, o nosso fazer se esvazia, perde o sentido profundo, se reduz a um simples ativismo que, no final, nos deixam insatisfeitos. Cada passo da nossa vida, toda ação, também na Igreja, deve ser feita diante de Deus, à luz da sua Palavra" (Bento XVI). O poder da oração é uma realidade concreta na vida de quem ora com disciplina e constância. Na Bíblia podemos encontrar diversas passagens que nos asseguram essa realidade e nos ensinam que a oração nos aproxima de Deus e, consequentemente, nos fortalece contra os inimigos e nos faz vencedores. No entanto, é necessário submeter-se a um processo disciplinado de vida espiritual para que possamos encontrar o verdadeiro valor da oração em nossa vida. Na medida em que nos aproximamos de Deus através da oração e outras formas de espiritualidade a nossa vida começa a ser mais conduzida pelo Espírito Santo e a nossa conversão se torna uma realidade. Eu não sei como está a sua vida espiritual, se você ora durante o dia, se medita o santo Terço ou se adora o Santíssimo Sacramento com frequência, porém devo lhe dizer que estas atitudes são condições importantes na vida de todo intercessor. "Se os pulmões da oração e da Palavra de Deus não alimentam a respiração da nossa vida espiritual, sofremos o risco de nos sufocarmos em meio às mil coisas de todos os dias: a oração é a respiração da alma e da vida” (Bento XVI). O Senhor fala que se orarmos e nos convertermos de nossos maus caminhos ele ouvirá as nossas preces. Se quisermos permanecer firmes na fé, precisamos orar mais. Se quisermos ser cheios do Espírito Santo, devemos manter contato com Ele através da oração. Se quisermos experimentar uma reconstrução completa em nossa vida, precisamos orar mais. Um grande homem de oração na Bíblia foi Daniel. Ele orava três vezes ao dia e, por causa de sua oração, chegou a ser jogado na cova dos leões. No livro de Daniel 9,3, encontramos uma fórmula de como orar corretamente. Daniel fala que orou ao Senhor e jejuou e, o mais importante, pediu perdão e se arrependeu. Estas práticas espirituais presentes na vida de Daniel abriram portas espirituais que permitiram ao Senhor realizar grandes prodígios em seu favor. A oração incessante e as demais práticas espirituais nos fortalecem a alma, fecham as brechas que no dia-a-dia permitimos que fossem abertas em nossa vida e nos dão sabedoria para trilharmos os caminhos de Deus e trinfarmos sobre o mal. “Com a oração constante e confiante, o Senhor nos liberta das correntes, nos guia através de qualquer noite de prisão que possa atormentar nosso coração, dá-nos a serenidade do coração para enfrentar as dificuldades da vida, mesmo a rejeição, a oposição, a perseguição” (Bento XVI). A RCC precisa de intercessores que vivam a oração no seu dia-a-dia, que sejam íntimos do Senhor. Assim a nossa intercessão será eficaz quando nos reunirmos diante do Senhor em nossos grupos de intercessão para combater em favor do nosso povo. “Se meu povo, sobre o qual foi invocado o meu nome, se humilhar, se procurar minha face para orar, se renunciar ao seu mau procedimento, escutarei do alto dos céus e sanarei sua terra. Doravante meus olhos estarão abertos e meus ouvidos atentos às preces feitas neste lugar” (2Cr 7,14-15). Núcleo Nacional do Ministério de Intercessão RCCBRASIL INTENÇÕES PARA ESTE MÊS Pedimos para que nestes meses que antecedem o ENCONTRO MUNDIAL DE JOVENS DA RCC e o XXX CONGRESSO NACIONAL DA RCCBRASIL, a nossa intercessão esteja prioritariamente dirigida a estes eventos. Portanto, antes das demais intenções do mês, sugerimos as seguintes: a) PELO XXX CONGRESSO NACIONAL e I ENCONTRO MUNDIAL DE JOVENS DA RCC. b) PELOS PREGADORES DESTES EVENTOS, A FIM DE QUE SEJAM ILUMINADOS PELO ESPÍRITO SANTO DE DEUS. c) PELOS ORGANIZADRES DESTES EVENTOS, PARA QUE RECEBAM DO SENHOR SABEDORIA E DISPOSIÇÃO INTERIOR PARA O EXERCÍCIO DESTA MISSÃO. d) PELAS EQUIPES DE SERVIÇO QUE ATUARÃO NESTES EVENTOS, PARA QUE HAJA HARMONIA, PAZ E ESPÍRITO DE COMUNHÃO ENTRE TODOS. e) POR TODOS OS PARTICIPANTES DOS EVENTOS, PARA QUE O SENHOR OS PROTEJA EM SUAS VIAGENS DE VINDA E DE RETORNO E QUE RECEBAM EM SUAS VIDAS TUDO AQUILO QUE DEUS TEM PREPARADO. f) PELOS RECURSOS FINANCEIROS, NECESSÁRIOS PARA A REALIZAÇÃO DESTES EVENTOS. PARA QUE O SENHOR, PELA INTERCESSÃO DA VIRGEM MARIA, CONCEDA TODO O NECESSÁRIO. DEMAIS INTENÇÕES 1. Pelo Santo Padre, o papa Bento XVI, pelos bispos, sacerdotes, diáconos e religiosos (as). 2. Pelos seminaristas. Para que neste período de formação sintam seu chamado confirmado. 3. Pelo Presidente Nacional da Renovação Carismática Católica, Marcos Volcan, e pela sua família. 4. Pelos Grupos de Oração da RCC no Brasil e pelos seus coordenadores e servos. 5. Pelo coordenador diocesano e estadual da RCC em cada diocese e estado do Brasil. 6. Pela unidade da RCC em todo Brasil, estados, Grupos de Oração, equipes de serviço e todas as diversas expressões carismáticas. 7. Pelo Serviço Internacional da RCC (ICCRS), prestado por seus membros, e pelo Conselho Latino-Americano (CONCCLAT), para que o Espírito Santo dirija os projetos e orientações do nosso Movimento. 8. Pelos Programas de TV da RCC: Celebrando Pentecostes, na Canção Nova, e Renovação em Ação, na TV Século 21. Pelo Portal da RCC na Internet. 9. Pelos nossos Projetos de evangelização, entre eles as Semanas Missionárias e as Casas de Missão (Breves, Afuá, Canas e Pelotas). 10. Por todos os colaboradores dos projetos da Construção da Sede Nacional e Semeando a Cultura de Pentecostes. 11. Pela construção de nossa Sede Nacional. 12. Pelos funcionários e pelas necessidades do Escritório Nacional da RCCBRASIL. 13. Para que cada membro da RCCBRASIL se abra à moção da Reconstrução de sua vida espiritual e de sua identidade. 14. Pelos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, para que objetivem os valores cristãos e respeito à vida desde sua concepção nas tomadas de decisão.

Para mostrar ao mundo as razões da nossa fé

Notícia postada dia 27/06/2012 | 08:34:52 Quando o Instituto de Educação a Distância da RCCBRASIL foi lançado, em abril de 2010, eram oferecidos dois cursos. Um deles já era o “Introdução à Bíblia Sagrada”. Depois de formar centenas de alunos, ele passou por uma reformulação e volta à grade em 2012. Mais ágil e direto, o curso ficou mais enxuto em seus conteúdos, transformando as aulas em permanentes (re)descobertas sobre as Sagradas Escrituras, seus textos e a espiritualidade que pode surgir a partir de sua leitura. Nessa entrevista, o presidente do Conselho Nacional da RCCBRASIL e professor do curso, Marcos Volcan, fala um pouco sobre as aulas e a importância da Bíblia na vida dos fiéis. Revista Renovação: Nas últimas décadas, a Igreja tem procurado colocar as Sagradas Escrituras em evidência na vida dos fiéis. Qual a importância da intimidade do católico com a Bíblia? Marcos Volcan: De fato, isso vem acontecendo. O Concílio Vaticano II nos abriu um leque novo sobre o assunto. Eu destacaria dele a Constituição Dei Verbum, que traz orientações de como nós devemos ler a Bíblia, estudá-la. Então, nos últimos 50 anos, temos sido enriquecidos por documentos como este e tantos outros, como o Verbum Domini. Temos que aproveitar as riquezas que a Igreja nos dá através das orientações, da sua Tradição, dos seus documentos. A Bíblia é fonte de espiritualidade. Ela é elemento fundamental, essencial, para nós termos intimidade com Deus. A Sagrada Escritura revela Deus e possibilita que estejamos mais perto daquilo que é o seu pensamento, daquilo que Ele é e que quer que nós sejamos. Então ela é importantíssima na vida de qualquer católico que queira viver nestes dias onde temos que responder a tantas coisas que o mundo nos apresenta, nos desafia. Revista Renovação: O amor pela Palavra é uma das características daqueles que experimentaram o Batismo no Espírito Santo. Como se dá essa relação? Marcos Volcan: A experiência do batismo no Espírito Santo é transformadora, mexe com nosso interior, com a nossa mentalidade. Como diz São Paulo, aquele que está em Cristo é uma nova criatura; as coisas velhas passaram, tudo se fez novo (cf. 2Cor 5,17). Quando somos batizados no Espírito, acontece algo novo: tomamos consciência de que somos filhos amados de Deus. Então queremos conhecê-lo, descobrir quem Ele é. E aí vamos entrando em todo esse processo da salvação divina, que envia Seu Filho e nos dá o Espírito. A Palavra, portanto, vem a fundamentar esta experiência. É como se despertássemos de um sono, no qual estávamos assim adormecidos há muito tempo e acordamos com fome, com sede, querendo alimento. Da Palavra de Deus, conseguimos tirar a essência daquilo que vai nos alimentar. Revista Renovação: Muitas pessoas reclamam que não compreendem a linguagem bíblica. Como o curso Introdução à Bíblia Sagrada pode auxiliar os alunos em uma aproximação com os textos da Bíblia? Marcos Volcan: É verdade que quando nós lemos o texto sagrado, muitas vezes não o entendemos, porque foi escrito em épocas distantes e por pessoas que tinham hábitos culturais e uma linguagem diferente da nossa. Mas a Bíblia tem uma função especial de revelar o coração de Deus à humanidade, revelar como ele se relaciona com o seu povo. Então é de se esperar que a Palavra de Deus possa ser entendida por todas as pessoas. Nós não podemos ter medo de manusear, de ler a Bíblia, mas temos também que entender que alguns textos foram escritos dentro desse contexto, dentro desses tempos e épocas distantes. Por isso, um curso ou uma leitura de livros auxiliares podem nos fazer entender melhor o que a palavra de Deus quer nos ensinar. Revista Renovação: Marcos, por que fazer o curso Introdução à Bíblia Sagrada do Instituto de Educação a Distância da RCCBRASIL? Marcos Volcan: Porque a Palavra de Deus é viva e eficaz, é penetrante como uma faca de dois gumes. Se eu a conhecer, se eu me aproximar da Sagrada Escritura, tenho condições de responder ao mundo, de forma direta, as razões da minha fé. Esse curso introdutório nos insere na vida do Movimento, nos dá possibilidades de interagir com pessoas do Brasil todo dentro de uma sala de aula virtual. E assim nós estaremos cada vez mais crescendo na fé e com condições de testemunhar Jesus diante do mundo. VEJA TAMBÉM NO SITE;www.rccbrasil.org.br

O querer é seu, o realizar é de Deus

Segunda-Feira, 02 de julho 2012 O querer é seu, o realizar é de Deus Nossa parte é querer. É pedir! É se abrir. Como nas bodas de Caná, na qual havia uma missão para os serventes: encher as talhas de água. Se tivessem colocado a água pela metade, só teriam nas talhas a metade do vinho. Mas uma vez que as encheram até a borda, tiveram as talhas cheias de vinho. Quem transformou a água em vinho foi Jesus, mas quem a carregou foram os serventes (cf. Jo 2,1-11). Sua parte é querer e pedir. Você precisa querer e pedir que o Senhor reavive o carisma de Deus que está em você. Só você pode fazer isso, ninguém pode fazê-lo em seu lugar. É a parte que lhe cabe. O querer é seu, o realizar é de Deus. Lembre sempre, vou repetir: o querer é seu; é a parte que lhe cabe, mas o realizar é de Deus. Pode experimentar: se você sinceramente deseja e pede, o Senhor fará a parte que cabe a Ele, derramando sobre você o Espírito Santo. Reinflamará o carisma que Ele mesmo colocou em você. Deus derrama Sua graça quando quer e é preciso. Deus o abençoe! Monsenhor Jonas Abib Fundador da Comunidade Canção Nova