terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Papa defende a família, a Verdade e critica “Ideologia do gênero” onde “o sexo não seria um dado originário da natureza, mas uma função social que cada qual decide autonomamente”. By Eudes Duarte on Dezembro 26, 2012



O Santo Padre, nesta manhã, recebeu a Cúria Romana para felicitações de Natal e, nessa ocasião, proferiu a seguinte saudação:
Senhores Cardeais,
Venerados Irmãos no Episcopado e no Presbiterado,
Queridos irmãos e irmãs!
(…)
O Cardeal Decano recordou-nos uma frase que se repete muitas vezes na liturgia latina destes dias: «Prope este iam Dominus, venite, adoremus! – O Senhor está perto; vinde, adoremos!». Também nós, como uma única família, nos preparamos para adorar, na gruta de Belém, aquele Menino que é Deus em pessoa e tão próximo que Se fez homem como nós. De bom grado retribuo os votos formulados e agradeço de coração a todos, incluindo os Representantes Pontifícios espalhados pelo mundo, pela generosa e qualificada colaboração que cada um presta ao meu ministério.
(…)
A grande alegria, com que se encontraram em Milão famílias vindas de todo o mundo, mostrou que a família, não obstante as múltiplas impressões em contrário, está forte e viva também hoje; mas é incontestável – especialmente no mundo ocidental – a crise que a ameaça até nas suas próprias bases.
Impressionou-me que se tenha repetidamente sublinhado, no Sínodo, a importância da família para a transmissão da fé como lugar autêntico onde se transmitem as formas fundamentais de ser pessoa humana. É vivendo-as e sofrendo-as, juntos, que as mesmas se aprendem. Assim se tornou evidente que, na questão da família, não está em jogo meramente uma determinada forma social, mas o próprio homem: está em questão o que é o homem e o que é preciso fazer para ser justamente homem. Os desafios, neste contexto, são complexos.
Há, antes de mais nada, a questão da capacidade que o homem tem de se vincular ou então da sua falta de vínculos. Pode o homem vincular-se para toda a vida? Isto está de acordo com a sua natureza? Ou não estará porventura em contraste com a sua liberdade e com a auto-realização em toda a sua amplitude? Será que o ser humano se torna-se ele próprio, permanecendo autônomo e entrando em contato com o outro apenas através de relações que pode interromper a qualquer momento? Um vínculo por toda a vida está em contraste com a liberdade? Vale a pena também sofrer por um vínculo? A recusa do vínculo humano, que se vai generalizando cada vez mais por causa duma noção errada de liberdade e de auto-realização e ainda devido à fuga da perspectiva duma paciente suportação do sofrimento, significa que o homem permanece fechado em si mesmo e, em última análise, conserva o próprio «eu» para si mesmo, não o supera verdadeiramente. Mas, só no dom de si é que o homem se alcança a si mesmo, e só abrindo-se ao outro, aos outros, aos filhos, à família, só deixando-se plasmar pelo sofrimento é que ele descobre a grandeza de ser pessoa humana. Com a recusa de tal vínculo, desaparecem também as figuras fundamentais da existência humana: o pai, a mãe, o filho; caem dimensões essenciais da experiência de ser pessoa humana.
Num tratado cuidadosamente documentado e profundamente comovente, o rabino-chefe de França, Gilles Bernheim, mostrou que o ataque à forma autêntica da família (constituída por pai, mãe e filho), ao qual nos encontramos hoje expostos – um verdadeiro atentado –, atinge uma dimensão ainda mais profunda. Se antes tínhamos visto como causa da crise da família um mal-entendido acerca da essência da liberdade humana, agora torna-se claro que aqui está em jogo a visão do próprio ser, do que significa realmente ser homem. Ele cita o célebre aforismo de Simone de Beauvoir: «Não se nasce mulher; fazem-na mulher – On ne naTt pas femme, on le devient». Nestas palavras, manifesta-se o fundamento daquilo que hoje, sob o vocábulo «gender -género», é apresentado como nova filosofia da sexualidade. De acordo com tal filosofia, o sexo já não é um dado originário da natureza que o homem deve aceitar e preencher pessoalmente de significado, mas uma função social que cada qual decide autonomamente, enquanto até agora era a sociedade quem a decidia.
Salta aos olhos a profunda falsidade desta teoria e da revolução antropológica que lhe está subjacente. O homem contesta o fato de possuir uma natureza pré-constituída pela sua corporeidade, que caracteriza o ser humano. Nega a sua própria natureza, decidindo que esta não lhe é dada como um fato pré-constituído, mas é ele próprio quem a cria.
De acordo com a narração bíblica da criação, pertence à essência da criatura humana ter sido criada por Deus como homem ou como mulher. Esta dualidade é essencial para o ser humano, como Deus o fez. É precisamente esta dualidade como ponto de partida que é contestada. Deixou de ser válido aquilo que se lê na narração da criação: «Ele os criou homem e mulher» (Gn 1, 27). Isto deixou de ser válido, para valer que não foi Ele que os criou homem e mulher; mas teria sido a sociedade a determiná-lo até agora, ao passo que agora somos nós mesmos a decidir sobre isto. Homem e mulher como realidade da criação, como natureza da pessoa humana, já não existem. O homem contesta a sua própria natureza; agora, é só espírito e vontade. A manipulação da natureza, que hoje deploramos relativamente ao meio ambiente, torna-se aqui a escolha básica do homem a respeito de si mesmo. Agora existe apenas o homem em abstrato, que em seguida escolhe para si, autonomamente, qualquer coisa como sua natureza. Homem e mulher são contestados como exigência, ditada pela criação, de haver formas da pessoa humana que se completam mutuamente. Se, porém, não há a dualidade de homem e mulher como um dado da criação, então deixa de existir também a família como realidade pré-estabelecida pela criação. Mas, em tal caso, também a prole perdeu o lugar que até agora lhe competia, e a dignidade particular que lhe é própria; Bernheim mostra como o filho, de sujeito jurídico que era com direito próprio, passe agora necessariamente a objeto, ao qual se tem direito e que, como objeto de um direito, se pode adquirir.
Onde a liberdade do fazer se torna liberdade de fazer-se por si mesmo, chega-se necessariamente a negar o próprio Criador; e, consequentemente, o próprio homem como criatura de Deus, como imagem de Deus, é degradado na essência do seu ser. Na luta pela família, está em jogo o próprio homem. E torna-se evidente que, onde Deus é negado, dissolve-se também a dignidade do homem. Quem defende Deus, defende o homem.
Dito isto, gostava de chegar ao segundo grande tema que, desde Assis até ao Sínodo sobre a Nova Evangelização, permeou todo o ano que chega ao fim: a questão do diálogo e do anúncio. Comecemos pelo diálogo. No nosso tempo, para a Igreja, vejo principalmente três campos de diálogo, onde ela deve estar presente lutando pelo homem e pelo que significa ser pessoa humana: o diálogo com os Estados, o diálogo com a sociedade – aqui está incluído o diálogo com as culturas e com a ciência – e, finalmente, o diálogo com as religiões. Em todos estes diálogos, a Igreja fala a partir da luz que a fé lhe dá. Ao mesmo tempo, porém, ela encarna a memória da humanidade que, desde os primórdios e através dos tempos, é memória das experiências e dos sofrimentos da humanidade, onde a Igreja aprendeu o que significa ser homem, experimentando o seu limite e grandeza, as suas possibilidades e limitações.
A cultura do humano, de que ela se faz garante, nasceu e desenvolveu-se a partir do encontro entre a revelação de Deus e a existência humana. A Igreja representa a memória do que é ser homem defronte a uma civilização do esquecimento que já só se conhece a si mesma e só reconhece o próprio critério de medição. Mas, assim como uma pessoa sem memória perdeu a sua identidade, assim também uma humanidade sem memória perderia a própria identidade. Aquilo que foi dado ver à Igreja, no encontro entre revelação e experiência humana, ultrapassa sem dúvida o mero âmbito da razão, mas não constitui um mundo particular que seria desprovido de interesse para o não-crente. Se o homem, com o próprio pensamento entra na reflexão e na compreensão daqueles conhecimentos, estes alargam o horizonte da razão e isto diz respeito também àqueles que não conseguem partilhar a fé da Igreja.
No diálogo com o Estado e a sociedade, naturalmente a Igreja não tem soluções prontas para as diversas questões. Mas, unida às outras forças sociais, lutará pelas respostas que melhor correspondam à justa medida do ser humano. Aquilo que ela identificou como valores fundamentais, constitutivos e não negociáveis da existência humana, deve defendê-lo com a máxima clareza. Deve fazer todo o possível por criar uma convicção que possa depois traduzir-se em ação política.
Na situação atual da humanidade, o diálogo das religiões é uma condição necessária para a paz no mundo, constituindo por isso mesmo um dever para os cristãos bem como para as outras crenças religiosas. Este diálogo das religiões possui diversas dimensões. Há-de ser, antes de tudo, simplesmente um diálogo da vida, um diálogo da ação compartilhada. Nele, não se falará dos grandes temas da fé – se Deus é trinitário, ou como se deve entender a inspiração das Escrituras Sagradas, etc. –, mas trata-se dos problemas concretos da convivência e da responsabilidade comum pela sociedade, pelo Estado, pela humanidade.
Aqui é preciso aprender a aceitar o outro na sua forma de ser e pensar de modo diverso. Para isso, é necessário fazer da responsabilidade comum pela justiça e a paz o critério basilar do diálogo. Um diálogo, onde se trate de paz e de justiça indo mais além do que é simplesmente pragmático, torna-se por si mesmo uma luta ética sobre a verdade e sobre o ser humano; um diálogo sobre os valores que são pressupostos em tudo. Assim o diálogo, ao princípio meramente prático, torna-se também uma luta pelo justo modo de ser pessoa humana. Embora as escolhas básicas não estejam enquanto tais em discussão, os esforços à volta duma questão concreta tornam-se um percurso no qual ambas as partes podem encontrar purificação e enriquecimento através da escuta do outro. Assim estes esforços podem ter o significado também de passos comuns rumo à única verdade, sem que as escolhas básicas sejam alteradas. Se ambas as partes se movem a partir duma hermenêutica de justiça e de paz, a diferença básica não desaparecerá, mas crescerá uma proximidade mais profunda entre eles.
Hoje em geral, para a essência do diálogo inter-religioso, consideram fundamentais duas regras:
1ª) O diálogo não tem como alvo a conversão, mas a compreensão. Nisto se distingue da evangelização, da missão.
2ª) De acordo com isso, neste diálogo, ambas as partes permanecem deliberadamente na sua identidade própria, que, no diálogo, não põem em questão nem para si mesmo nem para os outros.
Estas regras são justas; mas penso que assim estejam formuladas demasiado superficialmente. Sim, o diálogo não visa a conversão, mas uma melhor compreensão recíproca: isto é correto. Contudo a busca de conhecimento e compreensão sempre pretende ser também uma aproximação da verdade. Assim, ambas as partes, aproximando-se passo a passo da verdade, avançam e caminham para uma maior partilha, que se funda sobre a unidade da verdade. Quanto a permanecer fiéis à própria identidade, seria demasiado pouco se o cristão, com a sua decisão a favor da própria identidade, interrompesse por assim dizer por vontade própria o caminho para a verdade. Então o seu ser cristão tornar-se-ia algo de arbitrário, uma escolha simplesmente factual. Nesse caso, evidentemente, ele não teria em conta que a religião tem a ver com a verdade. A propósito disto, eu diria que o cristão possui a grande confiança, mais ainda, a certeza basilar de poder tranquilamente fazer-se ao largo no vasto mar da verdade, sem dever temer pela sua identidade de cristão. Sem dúvida, não somos nós que possuímos a verdade, mas é ela que nos possui a nós: Cristo, que é a Verdade, tomou-nos pela mão e, no caminho da nossa busca apaixonada de conhecimento, sabemos que a sua mão nos sustenta firmemente. O fato de sermos interiormente sustentados pela mão de Cristo torna-nos simultaneamente livres e seguros. Livres: se somos sustentados por Ele, podemos, abertamente e sem medo, entrar em qualquer diálogo. Seguros, porque Ele não nos deixa, a não ser que sejamos nós mesmos a desligar-nos d’Ele. Unidos a Ele, estamos na luz da verdade.
Por último, impõe-se ainda uma breve consideração sobre o anúncio, sobre a evangelização, de que, na sequência das propostas dos Padres Sinodais, falará efectiva e amplamente o documento pós-sinodal. Acho que os elementos essenciais do processo de evangelização são visíveis, de forma muito eloquente, na narração de São João sobre a vocação de dois discípulos do Baptista, que se tornam discípulos de Cristo (cf. Jo 1, 35-39). Antes de tudo, há o simples acto do anúncio. João Baptista indica Jesus e diz: «Eis o Cordeiro de Deus!» Pouco depois o evangelista vai narrar um facto parecido; agora é André que diz a Simão, seu irmão: «Encontrámos o Messias!» (1, 41). O primeiro elemento fundamental é o anúncio puro e simples, o kerigma, cuja força deriva da convicção interior do arauto. Na narração dos dois discípulos, temos depois a escuta, o seguir os passos de Jesus; um seguir que não é ainda verdadeiro seguimento, mas antes uma santa curiosidade, um movimento de busca. Na realidade, ambos os discípulos são pessoas à procura; pessoas que, para além do quotidiano, vivem na expectativa de Deus: na expectativa, porque Ele está presente e, portanto, manifestar-Se-á. E a busca, tocada pelo anúncio, torna-se concreta: querem conhecer melhor Aquele que o Baptista designou como o Cordeiro de Deus. Depois vem o terceiro acto que tem início com o facto de Jesus Se voltar para trás, Se voltar para eles e lhes perguntar: «Que pretendeis?» A resposta dos dois é uma nova pergunta que indica a abertura da sua expectativa, a disponibilidade para cumprir novos passos. Perguntam: «Rabi, onde moras?» A resposta de Jesus – «vinde e vereis» – é um convite para O acompanharem e, caminhando com Ele, tornarem-se videntes.
A palavra do anúncio torna-se eficaz quando existe no homem uma dócil disponibilidade para se aproximar de Deus, quando o homem anda interiormente à procura e, deste modo, está a caminho rumo ao Senhor. Então, vendo a solicitude de Jesus sente-se atingido no coração; depois o impacto com o anúncio suscita uma santa curiosidade de conhecer Jesus mais de perto. Este ir com Ele leva ao lugar onde Jesus habita: à comunidade da Igreja, que é o seu Corpo. Significa entrar na comunhão itinerante dos catecúmenos, que é uma comunhão feita de aprofundamento e, ao mesmo tempo, de vida, onde o caminhar com Jesus nos faz tornar videntes.
«Vinde e vereis». Esta palavra dirigida aos dois discípulos à procura, Jesus dirige-a também às pessoas de hoje que estão em busca. No final do ano, queremos pedir ao Senhor para que a Igreja, não obstante as próprias pobrezas, se torne cada vez mais reconhecível como sua morada.
Pedimos-Lhe para que, no caminho rumo à sua casa, nos torne, também a nós, sempre mais videntes a fim de podermos afirmar sempre melhor e de modo cada mais convincente: encontrámos Aquele que todo o mundo espera, ou seja, Jesus Cristo, verdadeiro Filho de Deus e verdadeiro homem. Neste espírito, desejo de coração a todos vós um santo Natal e um feliz Ano Novo. Obrigado!

Grupo homossexual agride jovens católicos em Curitiba By Rafael de Paula on Janeiro 23, 2013





Milton Alves, filiado ao PT e ex-militante
do movimento terrorista MR-8, apoiou
a agressão que considerou como um
ato democrático daquilo que ele entende
por “populares” de Curitiba. No
vídeo abaixo, ele aparece segurando uma
máquina aos 6 minutos e 24 segundos.
Um grupo de jovens católicos do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira realizava uma campanha pacífica e ordeira contra o aborto e a ditadura homossexual, denominada Cruzada pela Família, no centro de Curitiba, no dia 14/01/2013, quando, em determinado momento, começou a se formar uma magote de homossexuais, simpatizantes deles, abortistas, feministas, ateus, vândalos e um político do PT que passaram a agredir verbalmente os caravanistas que abordavam os transeuntes e recebiam caloroso apoio por parte do povo curitibano.
Os caravanistas, ao final da campanha se reuniram e se preparavam para terminar a campanha quando os militantes homossexuais os cercaram e buscaram impedir que saíssem. Começou aí uma série de agressões verbais e até físicas, que para um dos caravanistas, terminou no hospital.
O vídeo abaixo foi gravado por um dos homossexuais que agrediam os jovens católicos, e contém inclusive diversos palavrões, gestos imorais, e coisas do tipo. É interessante ressaltar que em partes do vídeo, o homossexual que gravava, intencionalmente, não filmou os gestos e agressões obscenas feitas em frente aos caravanistas. Em outra parte do vídeo, sem qualquer razão, cortou o áudio do vídeo, colocou o dedo na frente da filmagem, etc. Mostra por parte deles medo em mostrar determinadas agressões. Manipulação. Chama a atenção também a inércia da polícia frente a, inclusive, agressão física.
O conteúdo do vídeo não é de minha responsabilidade.
O mesmo vídeo no youtube:
  
Fonte: http://cruzinabalavel.blogspot.com.br/2013/01/um-grupo-de-jovens-catolicos-do.html


Em entrevista polêmica, Silas Malafaia detona homossexuais; veja vídeo


Geral

04/02/13  21h56m - Paulo Afonso

Em entrevista polêmica, Silas Malafaia detona homossexuais; veja vídeo

Pastor evangélico foi o convidado de Marília Gabriela para o programa 'De Frente com Gabi'

O programa 'De Frente com Gabi', apresentado por Marília Gabriela, foi alvo de comentários nas redes sociais na noite do domingo (3). Isso porque a jornalista recebeu o líder da igreja Assembléia de Deus Vitória em Cristo, Silas Malafaia.

Durante sua participação no programa, o pastor evangélico comentou sobre alguns assuntos em que esteve envolvido ao longo de sua vida, entre eles o seu discurso contra os homossexuais.

Antes de ir direto ao assunto, Marília falou do discurso de posse do presidente Barack Obama, que disse estar ao lado dos gays. Sobre isso, Silas foi direto em sua opinião.

"Na minha igreja ele não teria sido reeleito. Vou explicar uma coisa: ninguém nasce gay, homossexualismo é um comportamento. Quem pode dizer que alguém nasce gay ou não? Não é a psicologia, é a genética. A única ciência que pode dizer isso é a biologia. Não existe ordem cromossômica homossexual, existe ordem cromossômica de macho e fêmea", explicou ele.

Bate-boca
As pontuações de Silas sobre a homossexualidade não pararam por aí. O evangélico continuou a falar do assunto com a jornalista. "Falando das pesquisas, 46% dos homossexuais foram violentados quando crianças ou adolescentes e 54% escolheram ser gays, ou seja, homossexualismo é comportamento".

Marília interrompe o pensamento do convidado e o pergunta se, já que a homossexualidade não vem da genética, porque então os animais tem relações com outros do mesmo sexo, afinal de contas eles não foram violentados fisicamente. A pergunta não é respondida pelo entrevistado, que logo entra em outro caso sobre o mesmo assunto.

A respeito das adoções de crianças feitas por casais gays, citado por Gabriela, Malafaia é enfático em seu comentário: "Não acredito que dois homens possam criar uma criança perfeita. Porque eu acredito que Deus fez homem e mulher e esses seres se completam. Não adianta vir com fotografia de jornal com dois caras e uma criança feliz, essa história não me convence. Não acredito que duas mulheres ou dois homens tenham a capacidade de desenvolver um ser humano".

O bate-boca rolou solto durante a entrevista. Silas continuou a mostrar sua indignação e filosofia sobre a homossexualidade. "A mãe de um bandido ama profundamente o filho, mas pergunte se ela concorda com aquilo que ele faz? Amar a pessoa é uma coisa, concordar com a prática é outra. Eu amo os homossexuais, mas discordo 100% de suas práticas. Amo os homossexuais como amo os bandidos, os assassinos...", fala ele.
Fortuna
A respeito da fortuna que teria - cerca de R$ 300 milhões -, o pastor contestou a informação. "Eu vivo das pessoas que acreditam em mim para darem ofertas. Se eu pegar os bens que tenho atualmente e somar tudo eu vou ter mais ou menos R$ 4,5 milhões. Há 25 anos eu não tenho salário de pastor. Eu sou pastor há 30 anos", pontuou ele.
Questionado pela apresentadora se ele levaria o fiel a crer que, dar o dízimo à igreja melhoraria sua vida, o evangélico respondeu: "Não sou eu que digo isso, é a Bíblia. Quando eu digo ao meu fiel que ele vai dar dízimo e oferta para ser rico, eu estou falando uma mentira. Agora quando eu digo que ele dando a oferta Deus vai abençoar, eu falo uma verdade, porque é isso que a Bíblia me aponta".

Antes de concluir a entrevista, Marília Gabriela fez um bate-bola com perguntas e respostas curtas. Logo em seguida, a jornalista deixou uma mensagem para o convidado. "Que o meu Deus, que não sei se é o mesmo que o seu, te perdoe", disse ela. Ele, por sua vez, rebateu: "Ah Ele me perdoa porque eu sou pecador".

Redes Sociais
A entrevista de Silas foi alvo de críticas nas redes sociais. Muitos não deixaram de expressar sua opinião sobre as palavras do pastor. Entre os comentários alguns se destacam pela fúria e revolta.

"Cadê o Dhomini pra arrancar os dentes do @PastorMalafaia com um machado?", postou um jovem no Twitter. Já uma moça optou por fazer uma brincadeira da situação. "Esse 'De Frente com Gabi' foi quase um paredão Marília Gabriela X Silas Malafaia. #FicaGabi #ForaSilas".

No Facebook, outras pessoas também emboçaram uma reação negativa pelos comentários do entrevistado do programa. "Marília Gabriela sambando na cara do Silas Malafaia, rebatendo todas as bobagens que ele diz. Bate-boca excitante! Mas, apesar disso, acho que ela sequer deveria ter dado espaço para essa aberração. Gente assim não merece ter voz em veículos realmente sérios. Lixos como ele não merecem espaço na televisão e nem na imprensa em geral. #DeFrenteComGabi", desabafou um telespectador na rede social.

Confira o vídeo na íntegra da entrevista:


Matéria original: iBahia
Em entrevista polêmica, Silas Malafaia detona homossexuais; veja vídeo

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

TESTEMUNHO DE WALMIR ALENCAR NA ÍNTEGRA


Minha vida é pura misericórdia! Nasci no dia 29 de Julho de 1967 em Registro, baixada santista, no Estado de São Paulo. E jamais pensei em ser músico, nem sequer ser de Deus ou até mesmo servi-lo como sirvo hoje. Desde pequeno fui criado em meio a uma grande indecisão. Minha família era espírita de “mesa branca”, onde se invocava os mortos. Como toda família, nós também buscávamos uma tal felicidade que parecia ser ilusão, porque nunca a vimos em nossa casa. Parecia que quanto mais buscássemos nesses lugares, mais distante ela ficava. A minha rebeldia e as desavenças entre nós faziam com que vivêssemos num confronto diário de desamor.
Em minha adolescência, já vivendo em São José dos Campos-SP, essa busca por um alento aumentou, mas com ela minha infelicidade também, pois eu buscava em meio a pessoas que viviam num verdadeiro lamaçal de pecados, principalmente o da afetividade, que quase me afundou na prostituição.
Pensando estar seguro, eu até dizia aos que me aconselhavam para sair daquilo e voltar para a minha família: “Esses agora são minha família! Eu nunca tive outra!”. Mas os “amigos” desse meio que eu conhecia, não duravam muito tempo: Uns morriam por assassinato e outros por drogas, e eu simplesmente ia restando.
Enquanto isso, em casa, eu assistia de camarote a minha família se desfazer: Meus pais se separando, minha irmã mais velha tornando-se mãe solteira, sendo que já não tínhamos nem condições financeiras para cuidar dos outros irmãos. Vivi anos debaixo do mesmo teto sem conversar com uma de minhas irmãs. E além de tudo isso, o irmão mais novo cai do muro e falece. Parecia que nossa sorte era a desgraça.
Minha mãe não aguentando segurar tudo isso, um dia de manhã quando nós acordamos, nos deixou um bilhete dizendo que era para a gente se cuidar porque ela estava indo embora.
Nossa família se desmoronou. A partir dali cada um buscava viver sua vida.
Foi nesse tempo que com 16 anos de idade, recebi um convite de um jovem vizinho para participar da Missa da juventude, a das 10h. Mas somente depois de alguns meses, ao passar sem querer em frente da Igreja num domingo de manhã, vi jovens entrando nessa Igreja e me lembrei do convite. Faltavam alguns minutos para começar. Acabei entrando. Eu estava com chinelo de dedo, fedendo por raramente tomar banho, cabelo grande, roupas velhas e nem mesmo sabia que o gesto que todos fizeram no início era o sinal de uma cruz que traçavam sobre a testa e o peito. Vi alguns se afastando de mim, talvez pelo medo… Mas quando vi a alegria daqueles jovens cantando e dançando, não me importei com mais nada… chorei muito, pois parecia que eu estava mais perto dessa tal felicidade.
Uma frase queimava no meu peito: “Aqui é meu lugar”. Fui batizado não muito tempo depois na mesma Igreja. Comigo também três irmãs acima de minha idade e outra mais jovem que eu. Uma delas foi batizada, recebeu a primeira comunhão e se casou… tudo no mesmo dia. Foi uma Festa!
Hoje minha maior felicidade é ver minha família buscando o Senhor. Depois de alguns anos encontrei minha mãe e voltei a morar com ela. Nesse tempo as minhas irmãs já começavam a frequentar grupo de oração. Fui criando coragem de me aproximar da minha irmã, aquela que eu não conversava. Hoje somos grandes amigos e sentimos saudades quando demoramos para nos encontrar. Já a minha mãe foi reconquistando toda a família novamente com seu jeito e testemunho de vida. Ela entrou para a Igreja e se casou em Maio de 2003. Apesar dela não ter se casado com meu pai, uma grande realização em minha vida, foi vê-los se encontrando e conversando como bons amigos. Deus é santo e bom em tudo o que faz ou permite!
Continuo esperando em Deus e não desanimo. Ainda que falte alguma coisa para o Senhor ajustar em minha casa, como meu irmão que por causa das drogas ficou no Carandiru até fechar e há muitos anos viveu de presídio em presídio. Sem saber que ele havia sido transferido para o presídio de Avaré-SP, fiz um show lá, e ele me ouvia através de um radinho a transmissão do evento. Somente quando ele saiu definitivamente, que ele me contou como foi difícil para saber que seu irmão estava ali tão perto e nem mesmo podia se comunicar.
Hoje, graças a Deus, ele se encontra bem e temos um ótimo relacionamento.
Eu trago sempre comigo esta promessa:
“Crê no Senhor Jesus e serás salvo tu e tua família” (Atos 16,31)
Mas Deus sempre traduziu este trecho da Bíblia para mim desta forma:
”Se você cuida da minha Obra, Eu cuido da sua família”.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Pregador católico denuncia a ditadura gay - PLC 122

Isso mesmo ,é verdade,ta na hora hora de falar a verdade mesmo,chega de ficar escondido por baixo de tapete...

Atenção catolicos assistem essa pregação...


Moises Rocha - Quem está em pé cuide para não cair.flv.mp4



segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Juiz da Bahia manda recolher obra de padre por discriminção religiosa sexta-feira, às 10h37



Todos os exemplares da obra ‘Sim, Sim! Não, Não! Reflexões de Cura e Libertação’, de autoria do padre Jonas Abib, deverão ser imediatamente recolhidos das livrarias e bancas de jornais e revistas de Salvador pela Editora Canção Nova, responsável pela sua publicação. Decisão neste sentido foi proferida ontem, dia 14, pelo juiz da Vara Crime de Salvador, Ricardo Augusto Schmitt, que acolheu denúncia e deferiu medida cautelar penal requerida pelo coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate à Discriminação do Ministério Público do Estado da Bahia (Gedis), promotor de Justiça Almiro Sena.
Destacando que a Constituição Federal dispõe que a liberdade de consciência e de crença é inviolável, garante proteção aos locais de culto e que ninguém será provido de direitos por motivo de fé, o representante do MP ressalta que, no livro, o padre “faz afirmações inverídicas e preconceituosas à religião espírita e às religiões de matriz africana, como a umbanda e o candomblé, além de flagrante incitação à destruição e desrespeito aos seus objetos de culto”.
VIOLAÇÃO GRAVE
Almiro Sena acrescenta que a venda da obra na Bahia constitui violação ainda mais grave, “pois a Constituição Estadual diz que é dever do Estado preservar e garantir a integridade, respeitabilidade e permanência dos valores da religião afro-brasileira”.
A partir da representação do fundador e presidente do Centro Espírita Cavaleiros da Luz, José Medrado, o promotor de Justiça deu início ao procedimento administrativo, apurando que o padre Jonas Abib, fundador da Comunidade Canção Nova (localizada no município de Cachoeira Paulista, em São Paulo), que tem a missão de evangelizar pelos meios de comunicação social, “está incurso nas penas do artigo 20 da Lei 7.716./89 (que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor), pela prática e incitação de discriminação ou preconceito religioso”.
O representante do MP justificou o pedido de tutela cautelar ressaltando que “a continuidade da disseminação das idéias discriminatórias da referida obra acarretará danos irreparáveis ao patrimônio cultural e à dignidade daqueles que têm sua matriz religiosa nas religiões atacadas pelo conteúdo do livro. Além do mais, não se pode desprezar o fato de que, no ano de 2007, a obra já contava com 400 mil exemplares vendidos, o que demonstra a amplitude alcançada pelas idéias contidas no seu contéudo e o grave risco de propiciar o acirramento de conflitos étnico-religiosos”.
Além da medida cautelar, o juiz acatou a denúncia, decidindo pela expedição de carta precatória com o objetivo de citar e intimar o padre Jonas, respectivamente, dos termos da ação e para comparecer a audiência de interrogatório, em dia e horário a serem designados.