Sobre os católicos divorciados em segunda união e a Eucaristia
Em primeiro lugar, a situação dos fiéis católicos divorciados e que contraíram uma segunda união constitui um problema complexo e doloroso para a pastoral da Igreja, a qual acompanha com preocupação de Mãe e Mestra. Ela que quer estar perto de seus filhos, inclusive nas situações mais dolorosas com a misericórdia, e não pode nem deve ...abandonar os seus filhos divorciados que se casam novamente, porém deve ajudar os divorciados, procurando com caridade solícita que eles não se considerem separados da Igreja.
Contudo, diante de questionamentos sobre a mudança da disciplina sobre a restrição da comunhão para os divorciados casados em segunda união, a Igreja, como fez o Beato João Paulo II e o Santo Padre Bento XVI, reafirma a sua prática, fundada na Sagrada Escritura, de não admitir à comunhão eucarística, porque a aliança matrimonial indissolúvel é expressão do amor indissolúvel de Cristo e sua Igreja, do qual a Eucaristia é o sacramento, sendo assim a Eucaristia um sacramento esponsal. A Eucaristia corrobora, confirma a unidade e o amor indissolúvel. A Exortação Apostólica Familiaris Consortium e a Exortação Apostólica Pós-sinodal Sacramentum Caritatis afirmam que a situação dos divorciados recasados contradiz objetivamente a união de amor entre Cristo e a Igreja que é significada e realizada na Eucaristia. Outra razão apresentada por João Paulo II é que pode induzir os fiéis ao erro sobre a indissolubilidade do matrimônio. Sabe a Igreja que muitos dos seus filhos até sofrem por conta de que não podem comungar e muitos dos divorciados em segunda união têm conhecimento do valor da Eucaristia na vida do cristão. Mas a Igreja é servidora da Palavra de Deus, não está acima dela. É neste sentido que a Igreja tem atuado. Não se trata de uma punição, mas uma realidade do Evangelho: não esqueçamos que o mesmo Senhor que falou da importância da Eucaristia – “se não comerdes a minha carne e não beberdes o meu sangue não tereis a vida em vós” – também disse: “o que Deus uniu o homem não separe”. Mais do que sentir angústia ou até revolta, os fiéis em segundo casamento devem cultivar no coração o desejo ardente da Eucaristia.
A Igreja sugere a prática da comunhão espiritual, que é o ato piedoso de desejo de se unir espiritualmente ao Senhor na Eucaristia, é desejar receber os efeitos da Eucaristia, embora não possamos dizer que a comunhão espiritual tenha igual valor à comunhão eucarística. Ela é recomendada pelos santos, por exemplo, Beato João Paulo II, Santa Teresa de Jesus, Santo Afonso de Ligório, ao longo da história e muito alimentou os corações de pessoas santas. São Tomás, com doutrina segura, afirma que há duas maneiras de receber a Eucaristia, a sacramental e a espiritual, e que, pela recepção espiritual, recebe-se o efeito deste sacramento: o homem se une a Cristo. A comunhão espiritual inclui o voto ou desejo de receber o sacramento. Na hora da Santa Comunhão, os que estão impossibilitados podem manifestar a Jesus o desejo de recebê-lo e confidenciar a própria situação e confiar nele, oferecendo-se em sacrifício espiritual de louvor, de adoração, de prece, de pedido de misericórdia. E é esta a participação ativa na Missa como nos pede o Concílio Vaticano II.
Por não poderem comungar significa que os divorciados recasados estão fora da Igreja? Não! Eles continuam a pertencer à igreja. A Igreja acompanha com preocupação e atenção de mãe, recomendado que cultivem um estilo cristão de vida, através da participação da Santa Missa, ainda sem receber a comunhão, da escuta da Palavra de Deus, da adoração eucarística, da oração, da cooperação na vida comunitária, do diálogo e acompanhamento com sacerdote na direção espiritual, no serviço da caridade, das obras de penitência, do empenho na educação dos filhos. Isso é pouco? Evidente que não. Ah, se a maioria dos católicos assim vivesse! O Santo Padre Bento XVI recentemente manifestou sua aproximação a estes filhos que estão nesta situação: “Considero grande tarefa duma paróquia, duma comunidade católica, fazer todo o possível para que elas sintam que são amadas, acolhidas, que não estão «fora», apesar de não poderem receber a absolvição nem a Comunhão: devem ver que mesmo assim vivem plenamente na Igreja. Mesmo se não é possível a absolvição na Confissão, não deixa talvez de ser muito importante um contacto permanente com um sacerdote, com um diretor espiritual, para que possam ver que são acompanhadas, guiadas. Além disso, é muito importante também que sintam que a Eucaristia é verdadeira e participam nela se realmente entram em comunhão com o Corpo de Cristo. Mesmo sem a recepção «corporal» do Sacramento, podemos está, espiritualmente, unidos a Cristo no seu Corpo. É importante fazer compreender isto. Oxalá encontrem a possibilidade real de viver uma vida de fé, com a Palavra de Deus, com a comunhão da Igreja, e possam ver que o seu sofrimento é um dom para a Igreja, porque deste modo estão ao serviço de todos mesmo para defender a estabilidade do amor, do Matrimônio; e que este sofrimento não é só um tormento físico e psíquico, mas também um sofrer na comunidade da Igreja pelos grandes valores da nossa fé. Penso que o seu sofrimento, se realmente aceite interiormente, seja um dom para a Igreja. Devem saber que precisamente assim servem a Igreja, estão no coração da Igreja.”
Quanto à solicitação de uma bênção para a segunda união, o respeito pelo sacramento do matrimônio proíbe, afirma João Paulo II, que os pastores, por qualquer motivo ou pretexto mesmo pastoral, fazer, em favor dos divorciados que contraem uma nova união, cerimônia de qualquer gênero porque dariam a impressão de celebração de novas núpcias sacramentais e induziriam em erro sobre a indissolubilidade do matrimônio. Pessoalmente, aconselharia convidar o sacerdote da Paróquia por ocasião de aniversário natalício de um dos cônjuges ou dos filhos ou por ocasião do nascimento dos filhos ou para bênção da residência e, nestes casos, poderia ser dada a bênção própria para esses acontecimentos da vida familiar, segundo o Ritual de Bênção, e não bênção para a segunda união. A bênção matrimonial segundo o Ritual Católico só é possível dentro da celebração do Matrimônio. Os padres não têm autoridade para liberar a comunhão nem para conceder bênção da segunda união ou das alianças e só poderão atuar com verdadeira compaixão e caridade agindo humildemente na verdade.
Se um casal ou um dos cônjuges tem dúvida de que o primeiro matrimônio foi realmente válido, procure a nossa Câmara Eclesiástica, na Cúria Metropolitana, no horário da manhã, nas quartas e sextas-feiras, e poderá receber informações para um possível processo de declaração de nulidade do matrimônio, não de anulação, pois não se anula casamento. O serviço da Pastoral Familiar, em sintonia com o ensinamento da Igreja, tem um setor próprio para acompanhar e ajudar os casais divorciados em segunda união a fim de que se sintam filhos da Igreja e que conheçam a misericórdia de Cristo que veio não para chamar os justos, mas os pecadores que precisam de conversão, e vão conhecendo a verdade do Evangelho – e a verdade liberta – e confiando na lei de Deus e nas disposições da Igreja que protegem o matrimônio e a família, cuidando do bem espiritual de seus filhos.
Pe. Moisés Ferreira de Lima
Vice-chanceler da Cúria e Membro da Comissão Arquidiocesana
de Pastoral para a Doutrina da Fé
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
"Entre outras mil, és tu Brasil, Ó pátria errada"
Opinião06/02/13 18h51m - Paulo Afonso
"Entre outras mil, és tu Brasil, Ó pátria errada"
Da Redação,
por Gabriel S. Calado Júnior
“Entre outras mil, és tu Brasil, Ó pátria errada”
Se viajarmos minuciosamente nos livros de história do Brasil, nos nossos contos passados, nas histórias enfeitadas e bonitas das escolas. Consequentemente vamos nos perguntar; “Como eu sou ingênuo!”. É óbvio que o errado desse país já vem desde os 1500... e tarará. O errado daqui, veio nas velas do barco do saudoso Pedro Alvares Cabral, que “descobriu a américa”! (...)Mas me diga; como é que se descobre um lugar onde já existem pessoas habitando? Como eu descubro um lugar que já existe dono?!
A América não foi descoberta. Ela foi invadida, saqueada e tomada dos índios que aqui já estavam e hoje perderam seus direitos. Os erros desse país já vêm de berço, vem de uma cultura que tudo se resolve no jeitinho, no “aperto de mão”, no dinheiro na cueca, na troca de bens e favores, que foi como os ‘descobridores’ ganharam os índios!
Já deveríamos ter parado e acordado, nos situado dos erros desses muitos Governantes espertalhões. Como podemos viver bem, falar bem, ou nos orgulharmos da política de um país em que um cantor sertanejo (Gustavo Lima) recebe um TÍTULO DE CIDADANIA com direitos a honras ao mérito e etc. Ao mesmo tempo em que ambientalistas são assassinados a luz do dia simplesmente por defenderem nossas matas? É o caso da missionária Dorothy Stang, de `Chico Mendes`, e o casal José Cláudio e Maria do Espirito Santo, e de muitos outros que virão. Há alguns anos atrás, sindicalistas, revolucionários faziam greves, discursos impecáveis e bonitos nas metalúrgicas, nas ruas, pregando moralismo, direitos... E hoje, dois sindicalistas dessa época, depois que foram para o poder, participaram do maior esquema de corrupção da história desse país. O MENSALÃO! E Atendem pelo nome de, ‘Zé Genoíno’, e o famoso José Dirceu. E aí? Isso é certo ou errado? Nosso país é orgulho para nós em belezas naturais, nosso samba, nossas matas, nosso povo é guerreiro, é alegre, mas isso nós somos porque aprendemos a dançar conforme a música e aprendemos a pagar o mau com o bem, aprendemos a lidar com isso sem sentir, mas está errado! O poder está com o povo e sempre digo; ‘Quando o povo acordar, a maioria dos governantes não vão mais dormir’. Muita gente só vai aprender a abrir a boca, quando a corrupção e à impunidade, levar alguém de sua casa, alguém que você ame! Aí sim, o povo vai acordar.
Sem corrupção, o brasileiro seria 27% mais rico, sem corrupção nossa saúde seria exemplo mundial. Se a base de uma nação é a EDUCAÇÃO, como nosso governo se mantém de pé sem ela? Se nosso país é o 88º com a melhor educação. E está em 115º na qualidade do sistema educacional (Professores mau pagos, desmotivados). Está errado! E sabem o que é errado? Errado é o Brasil ser a 6ª maior economia do mundo e ser o 84º em IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Errado, é 75% No índice de percepção da CORRUPÇÃO! Errado é um país que tem 16 milhões de pessoas na pobreza, gastar 83,6 Bilhões em uma copa do mundo e olimpíadas. Os erros desse país são perceptíveis. Meses atrás, foram emprestados 1 Bilhão para o governo de cuba, um país pressionado, sem liberdade de expressão, com a família Castro no poder há décadas, e nesse mesmo período foram cortados 900 milhões da saúde do país. Isso é certo?
Mas nós somos Brasileiros, não desistimos nunca! E... Quarta feira tem Futebol, todo dia tem BBB, essas coisas de corrupção, deixa para lá, carnaval vem aí, depois São João, pra quê se preocupar, não é?
Nosso mal é esse: ‘deixa pra amanhã.’ Amanhã outra boate pega fogo e mata mais 237, amanhã desviam mais 22 milhões dos nossos bolsos, e você aí na zona de conforto. Acorda! Um povo consciente é o maior medo de um governo mal intencionado.
Já dizia Mahatma Ghandi: “O que destrói o ser humano é Política sem princípios, prazer sem compromisso, riqueza sem trabalho, sabedoria sem caráter, negócios sem moral, ciência sem humanidade e oração sem caridade.” O povo precisa saber o poder que tem, pra entender que está andando tudo errado, que enquanto nosso voto tiver valor financeiro e não valor moral vai ser sempre assim. O errado se passando por certo, e o certo sendo extinto. Talvez devamos mudar uma estrofe do nosso hino dentro de alguns anos, algo como: “ Entre outras mil és tu Brasil, ó pátria errada!”.
"Entre outras mil, és tu Brasil, Ó pátria errada"
Da Redação,
por Gabriel S. Calado Júnior
“Entre outras mil, és tu Brasil, Ó pátria errada”
Se viajarmos minuciosamente nos livros de história do Brasil, nos nossos contos passados, nas histórias enfeitadas e bonitas das escolas. Consequentemente vamos nos perguntar; “Como eu sou ingênuo!”. É óbvio que o errado desse país já vem desde os 1500... e tarará. O errado daqui, veio nas velas do barco do saudoso Pedro Alvares Cabral, que “descobriu a américa”! (...)Mas me diga; como é que se descobre um lugar onde já existem pessoas habitando? Como eu descubro um lugar que já existe dono?!
A América não foi descoberta. Ela foi invadida, saqueada e tomada dos índios que aqui já estavam e hoje perderam seus direitos. Os erros desse país já vêm de berço, vem de uma cultura que tudo se resolve no jeitinho, no “aperto de mão”, no dinheiro na cueca, na troca de bens e favores, que foi como os ‘descobridores’ ganharam os índios!
Já deveríamos ter parado e acordado, nos situado dos erros desses muitos Governantes espertalhões. Como podemos viver bem, falar bem, ou nos orgulharmos da política de um país em que um cantor sertanejo (Gustavo Lima) recebe um TÍTULO DE CIDADANIA com direitos a honras ao mérito e etc. Ao mesmo tempo em que ambientalistas são assassinados a luz do dia simplesmente por defenderem nossas matas? É o caso da missionária Dorothy Stang, de `Chico Mendes`, e o casal José Cláudio e Maria do Espirito Santo, e de muitos outros que virão. Há alguns anos atrás, sindicalistas, revolucionários faziam greves, discursos impecáveis e bonitos nas metalúrgicas, nas ruas, pregando moralismo, direitos... E hoje, dois sindicalistas dessa época, depois que foram para o poder, participaram do maior esquema de corrupção da história desse país. O MENSALÃO! E Atendem pelo nome de, ‘Zé Genoíno’, e o famoso José Dirceu. E aí? Isso é certo ou errado? Nosso país é orgulho para nós em belezas naturais, nosso samba, nossas matas, nosso povo é guerreiro, é alegre, mas isso nós somos porque aprendemos a dançar conforme a música e aprendemos a pagar o mau com o bem, aprendemos a lidar com isso sem sentir, mas está errado! O poder está com o povo e sempre digo; ‘Quando o povo acordar, a maioria dos governantes não vão mais dormir’. Muita gente só vai aprender a abrir a boca, quando a corrupção e à impunidade, levar alguém de sua casa, alguém que você ame! Aí sim, o povo vai acordar.
Sem corrupção, o brasileiro seria 27% mais rico, sem corrupção nossa saúde seria exemplo mundial. Se a base de uma nação é a EDUCAÇÃO, como nosso governo se mantém de pé sem ela? Se nosso país é o 88º com a melhor educação. E está em 115º na qualidade do sistema educacional (Professores mau pagos, desmotivados). Está errado! E sabem o que é errado? Errado é o Brasil ser a 6ª maior economia do mundo e ser o 84º em IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Errado, é 75% No índice de percepção da CORRUPÇÃO! Errado é um país que tem 16 milhões de pessoas na pobreza, gastar 83,6 Bilhões em uma copa do mundo e olimpíadas. Os erros desse país são perceptíveis. Meses atrás, foram emprestados 1 Bilhão para o governo de cuba, um país pressionado, sem liberdade de expressão, com a família Castro no poder há décadas, e nesse mesmo período foram cortados 900 milhões da saúde do país. Isso é certo?
Mas nós somos Brasileiros, não desistimos nunca! E... Quarta feira tem Futebol, todo dia tem BBB, essas coisas de corrupção, deixa para lá, carnaval vem aí, depois São João, pra quê se preocupar, não é?
Nosso mal é esse: ‘deixa pra amanhã.’ Amanhã outra boate pega fogo e mata mais 237, amanhã desviam mais 22 milhões dos nossos bolsos, e você aí na zona de conforto. Acorda! Um povo consciente é o maior medo de um governo mal intencionado.
Já dizia Mahatma Ghandi: “O que destrói o ser humano é Política sem princípios, prazer sem compromisso, riqueza sem trabalho, sabedoria sem caráter, negócios sem moral, ciência sem humanidade e oração sem caridade.” O povo precisa saber o poder que tem, pra entender que está andando tudo errado, que enquanto nosso voto tiver valor financeiro e não valor moral vai ser sempre assim. O errado se passando por certo, e o certo sendo extinto. Talvez devamos mudar uma estrofe do nosso hino dentro de alguns anos, algo como: “ Entre outras mil és tu Brasil, ó pátria errada!”.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Testemunho: Filho de Pastores protestantes converte-se ao Catolicismo.
Testemunho: Filho de Pastores protestantes converte-se ao Catolicismo. Apostolado SCR Chamo me, Manuel da Costa, tenho 31 anos e sou filho de Pais Pastores, desde infância os meus Pais colocaram nos na Igreja e nos ensinaram a temer á Deus. Durante 22 anos vivi na Província de Cabinda (Angola) depois fui para a Capital Luanda (Angola) para fazer a faculdade de Engenharia Informática. A minha irmã que me recebeu na Capital era da Igreja Pentecostal, ela tinha um carinho aos Pastores Adventistas ela comprava Pregações e estudos de profecias sobre o apocalipse. Mesmo não sendo Adventista achei interessante destas aulas, comecei a estudar grandemente estas matérias, até que no ano 2008 tomei decisão de receber o Batismo por imersão na Igreja onde o meu Pai era Pastor. Comecei a participar ativamente na Igreja e a ocupar alguns cargos como secretário da Paróquia, comecei a ter um fanatismo aos pastores Adventista e repetia como um Papagaio de que o Santo Padre é a besta do Apocalipse 13 e a Igreja Católica era a babilônia descrito no apocalipse 17. Cheguei a pensar que a Igreja Adventista é que prega a verdade, eu sinceramente comecei a desprezar todas Igrejas protestantes inclusive onde eu era membro, isto porque os estudos adventistas me convenceram do Sábado e da Mortalidade da Alma. Muitas coisas sobre o Catolicismo que eu não sabia muito bem eu repetia sem que primeiro ter estudado o problema. Conheci uma jovem Católica que atualmente é a minha esposa, eu a atacava sempre ,e ela humildemente não conseguia se defender mesmo tendo os sacramentos. Me lembro uma vez fui a uma feira de livros da Religião ISLÂMICA onde encontrei um livro que mostrava a diferença entre o Cristianismo e o Islão, tentei debater com um Islâmico ele me derrubou com seus argumentos e fiquei sem respostas para defender o Cristianismo, ele me perguntou “porque é que os cristãos tem bíblias diferentes? Será que foi inspiração de Deus?” me falou dos concílios eu nem sabia o que era. Esta vergonha que eu passei de não defender o cristianismo,me levou a estudar para saber como defender a religião cristã,surgiram muitas dúvidas na minha cabeça. Comecei a procurar na Internet sites para estudo do cristianismo e comecei a ler a história do cristianismo,a historia do Cânon bíblico. O que me surpreendeu mais é o nível de argumentos dos ex-protestantes, comecei a encarar que os testemunhos de ex-protestantes eram mais sábios e com argumentos bíblicos e histórico, eu nem sabia o que era a Patrística… O testemunho do Ex-Pastor Casanova me deixou perplexo com tamanha argumentação bíblica e da história do Cristianismo. O vídeo que roda na Internet onde o Pe. Paulo Ricardo responde a um protestante que diz sobre a Babilônia descrito no Apocalipse, me lavou de toda ignorância que eu tinha aprendido dos Adventistas sobre o Apocalipse 17. Naquele momento comecei a encarar o Protestantismo como uma religião caluniadora, que confunde a Igreja com os membros da Igreja. Graças a Deus no dia 19 Agosto de 2011, casei na Igreja Católica com a minha esposa durante a celebração do matrimônio fiz a profissão de fé e pela primeira vez recebi a sagrada hóstia. Meus queridos irmãos Protestantes e Católicos, só existe uma verdade que vêem de Deus,pra saber esta verdade só é possível no Magistério da Igreja que são Paulo chama de Coluna da Verdade(I Timotéo 3:15-17). • Dizer que não existiu Igreja depois dos Apostólos, e negar a história Cristã e negar todos os Pais da Igreja dos primeiros séculos. “Papias, Policarpo, Inácio, Tertuliano, Justino, Irineu, Cipriano, Dionísio, Clemente, Euzébio de Cesaréia, Agostinho, Jerônimo entre outros” •Dizer que o Constantino fundou a Igreja Católica como eu pensava é ignorar a História do Cristianismo e jogar a bíblia no lixo. “Antes do Edito de Milão de 313 já havia passado 32 Papas na História da Igreja, e o Papa do ano 313 era o PAPA Melcíades” •Dizer que a bíblia é palavra de Deus, só é possível pela Igreja,porque ela não veio do céu por fax, foi discutido e confirmado nos concílios da Igreja Católica pelos Bispos (Concilio de Hipona 393, Cartago III 397) •Dizer que a Igreja apostatou é negar a Palavra do Nosso Senhor Jesus Cristo (Mateus 16:18) “As portas do inferno não prevalecer contra a Igreja”. •Dizer que todos podem interpretar a bíblia é falta de respeito a bíblia (2Pedro 1:20-21) “Nenhuma profecia é particular Interpretação ”. •Dizer que Lutero foi contra a Igreja é ser ignorante com a realidade da história, nas 95 teses Lutero não condena a Igreja nem tão pouco o Santo Padre,mas ele condenou os abusos que eram feito pelo alguns sacerdotes Vejamos os seguintes pontos das 95 teses de Lutero 42. Deve-se ensinar aos cristãos que não é pensamento do papa que a compra de indulgências possa, de alguma forma, ser comparada com as obras de misericórdia. 71. Seja excomungado e maldito quem falar contra a verdade das indulgências apostólicas. • Se Lutero era inspirado por Deus, porque os protestantes reprovam as indulgências, já que ele mesmo afirma que é um verdade apostólica? •A premissa de que Lutero estava certo, isto abre margem de colocar Arius, Nestório, Pelagius, Montanu, Marcião como também homens inspirados. Felizmente são tido como hereges pelo cristãos Protestantes e quem os condenou foram os Papas. •Dizer que as 33 mil Igrejas existente são verdadeiras é falta de respeito a própria palavra de Deus (Efesios 4:1-6, I corintios 12-13, João 10:16, João 17:21-23). •Dizer que o concilio é uma obra dos homens e falta de respeito a palavra de Deus porque os apóstolos resolveram contradições doutrinárias nos concílios (Atos 15). •Dizer que todos são inspirado pelo espirito Santo é falta de respeito a palavra de Deus. (Joao 16:13). • Dizer que não existe a primazia Petrina e Apostólica e falta de respeito a bíblia. Mateus 16:16-18.(Decidir sobre a fé e a moral) Mateus 18:18(decisão apostólica) Lucas 22:31-32(Confirmar na fé os irmão=os irmão da Igreja). Joao 21:15-17(Apascentar o rebanho =dirigir a Igreja). •Dizer que Deus Pai, Deus Filho e Deus Espirito Santo são a favor a divisão é falta de respeito a Bíblia. (Romanos 16:17-18,Efesios 4:14). Hoje sou Católico graças á Deus, com muita convicção, não duvido daquilo que o Magistério da Igreja. Para não cair em heresias só dou ouvido ao que o Magistério ensina no Catecismo, documentos oficias da Igreja ,nas enciclias dos Papas,no missal ,porque Jesus disse “ Quem ouve o Magistério a Jesus ouve,e quem rejeitar o Magistério rejeita Jesus Cristo e consequentemente rejeita ao Deus Pai”(Lucas 10:16). Agradeços a todos os Cristãos que me levaram a amar a Palavra de Deus e de conhecer a Santa Igreja Católica,os meus agradecimentos especias ao Professor Felipe Aquino, Cris Macabeus do site (asmentirasdoapocalipse), Helen do site (igrejamilitante), Rafael do Site (sadoutrina) “Quem houve a Igreja jamais caíra no erro”,porque a Igreja é a coluna da Verdade (I Timotéo 3:15-17). Feito em Luanda-Angola , aos 30-07-2012
Papa defende a família, a Verdade e critica “Ideologia do gênero” onde “o sexo não seria um dado originário da natureza, mas uma função social que cada qual decide autonomamente”. By Eudes Duarte on Dezembro 26, 2012
O Santo Padre, nesta manhã, recebeu a Cúria Romana para felicitações de Natal e, nessa ocasião, proferiu a seguinte saudação:
Senhores Cardeais,
Venerados Irmãos no Episcopado e no Presbiterado,
Queridos irmãos e irmãs!
Venerados Irmãos no Episcopado e no Presbiterado,
Queridos irmãos e irmãs!
(…)
O Cardeal Decano recordou-nos uma frase que se repete muitas vezes na liturgia latina destes dias: «Prope este iam Dominus, venite, adoremus! – O Senhor está perto; vinde, adoremos!». Também nós, como uma única família, nos preparamos para adorar, na gruta de Belém, aquele Menino que é Deus em pessoa e tão próximo que Se fez homem como nós. De bom grado retribuo os votos formulados e agradeço de coração a todos, incluindo os Representantes Pontifícios espalhados pelo mundo, pela generosa e qualificada colaboração que cada um presta ao meu ministério.
(…)
A grande alegria, com que se encontraram em Milão famílias vindas de todo o mundo, mostrou que a família, não obstante as múltiplas impressões em contrário, está forte e viva também hoje; mas é incontestável – especialmente no mundo ocidental – a crise que a ameaça até nas suas próprias bases.
A grande alegria, com que se encontraram em Milão famílias vindas de todo o mundo, mostrou que a família, não obstante as múltiplas impressões em contrário, está forte e viva também hoje; mas é incontestável – especialmente no mundo ocidental – a crise que a ameaça até nas suas próprias bases.
Impressionou-me que se tenha repetidamente sublinhado, no Sínodo, a importância da família para a transmissão da fé como lugar autêntico onde se transmitem as formas fundamentais de ser pessoa humana. É vivendo-as e sofrendo-as, juntos, que as mesmas se aprendem. Assim se tornou evidente que, na questão da família, não está em jogo meramente uma determinada forma social, mas o próprio homem: está em questão o que é o homem e o que é preciso fazer para ser justamente homem. Os desafios, neste contexto, são complexos.
Há, antes de mais nada, a questão da capacidade que o homem tem de se vincular ou então da sua falta de vínculos. Pode o homem vincular-se para toda a vida? Isto está de acordo com a sua natureza? Ou não estará porventura em contraste com a sua liberdade e com a auto-realização em toda a sua amplitude? Será que o ser humano se torna-se ele próprio, permanecendo autônomo e entrando em contato com o outro apenas através de relações que pode interromper a qualquer momento? Um vínculo por toda a vida está em contraste com a liberdade? Vale a pena também sofrer por um vínculo? A recusa do vínculo humano, que se vai generalizando cada vez mais por causa duma noção errada de liberdade e de auto-realização e ainda devido à fuga da perspectiva duma paciente suportação do sofrimento, significa que o homem permanece fechado em si mesmo e, em última análise, conserva o próprio «eu» para si mesmo, não o supera verdadeiramente. Mas, só no dom de si é que o homem se alcança a si mesmo, e só abrindo-se ao outro, aos outros, aos filhos, à família, só deixando-se plasmar pelo sofrimento é que ele descobre a grandeza de ser pessoa humana. Com a recusa de tal vínculo, desaparecem também as figuras fundamentais da existência humana: o pai, a mãe, o filho; caem dimensões essenciais da experiência de ser pessoa humana.
Num tratado cuidadosamente documentado e profundamente comovente, o rabino-chefe de França, Gilles Bernheim, mostrou que o ataque à forma autêntica da família (constituída por pai, mãe e filho), ao qual nos encontramos hoje expostos – um verdadeiro atentado –, atinge uma dimensão ainda mais profunda. Se antes tínhamos visto como causa da crise da família um mal-entendido acerca da essência da liberdade humana, agora torna-se claro que aqui está em jogo a visão do próprio ser, do que significa realmente ser homem. Ele cita o célebre aforismo de Simone de Beauvoir: «Não se nasce mulher; fazem-na mulher – On ne naTt pas femme, on le devient». Nestas palavras, manifesta-se o fundamento daquilo que hoje, sob o vocábulo «gender -género», é apresentado como nova filosofia da sexualidade. De acordo com tal filosofia, o sexo já não é um dado originário da natureza que o homem deve aceitar e preencher pessoalmente de significado, mas uma função social que cada qual decide autonomamente, enquanto até agora era a sociedade quem a decidia.
Salta aos olhos a profunda falsidade desta teoria e da revolução antropológica que lhe está subjacente. O homem contesta o fato de possuir uma natureza pré-constituída pela sua corporeidade, que caracteriza o ser humano. Nega a sua própria natureza, decidindo que esta não lhe é dada como um fato pré-constituído, mas é ele próprio quem a cria.
De acordo com a narração bíblica da criação, pertence à essência da criatura humana ter sido criada por Deus como homem ou como mulher. Esta dualidade é essencial para o ser humano, como Deus o fez. É precisamente esta dualidade como ponto de partida que é contestada. Deixou de ser válido aquilo que se lê na narração da criação: «Ele os criou homem e mulher» (Gn 1, 27). Isto deixou de ser válido, para valer que não foi Ele que os criou homem e mulher; mas teria sido a sociedade a determiná-lo até agora, ao passo que agora somos nós mesmos a decidir sobre isto. Homem e mulher como realidade da criação, como natureza da pessoa humana, já não existem. O homem contesta a sua própria natureza; agora, é só espírito e vontade. A manipulação da natureza, que hoje deploramos relativamente ao meio ambiente, torna-se aqui a escolha básica do homem a respeito de si mesmo. Agora existe apenas o homem em abstrato, que em seguida escolhe para si, autonomamente, qualquer coisa como sua natureza. Homem e mulher são contestados como exigência, ditada pela criação, de haver formas da pessoa humana que se completam mutuamente. Se, porém, não há a dualidade de homem e mulher como um dado da criação, então deixa de existir também a família como realidade pré-estabelecida pela criação. Mas, em tal caso, também a prole perdeu o lugar que até agora lhe competia, e a dignidade particular que lhe é própria; Bernheim mostra como o filho, de sujeito jurídico que era com direito próprio, passe agora necessariamente a objeto, ao qual se tem direito e que, como objeto de um direito, se pode adquirir.
Onde a liberdade do fazer se torna liberdade de fazer-se por si mesmo, chega-se necessariamente a negar o próprio Criador; e, consequentemente, o próprio homem como criatura de Deus, como imagem de Deus, é degradado na essência do seu ser. Na luta pela família, está em jogo o próprio homem. E torna-se evidente que, onde Deus é negado, dissolve-se também a dignidade do homem. Quem defende Deus, defende o homem.
Dito isto, gostava de chegar ao segundo grande tema que, desde Assis até ao Sínodo sobre a Nova Evangelização, permeou todo o ano que chega ao fim: a questão do diálogo e do anúncio. Comecemos pelo diálogo. No nosso tempo, para a Igreja, vejo principalmente três campos de diálogo, onde ela deve estar presente lutando pelo homem e pelo que significa ser pessoa humana: o diálogo com os Estados, o diálogo com a sociedade – aqui está incluído o diálogo com as culturas e com a ciência – e, finalmente, o diálogo com as religiões. Em todos estes diálogos, a Igreja fala a partir da luz que a fé lhe dá. Ao mesmo tempo, porém, ela encarna a memória da humanidade que, desde os primórdios e através dos tempos, é memória das experiências e dos sofrimentos da humanidade, onde a Igreja aprendeu o que significa ser homem, experimentando o seu limite e grandeza, as suas possibilidades e limitações.
A cultura do humano, de que ela se faz garante, nasceu e desenvolveu-se a partir do encontro entre a revelação de Deus e a existência humana. A Igreja representa a memória do que é ser homem defronte a uma civilização do esquecimento que já só se conhece a si mesma e só reconhece o próprio critério de medição. Mas, assim como uma pessoa sem memória perdeu a sua identidade, assim também uma humanidade sem memória perderia a própria identidade. Aquilo que foi dado ver à Igreja, no encontro entre revelação e experiência humana, ultrapassa sem dúvida o mero âmbito da razão, mas não constitui um mundo particular que seria desprovido de interesse para o não-crente. Se o homem, com o próprio pensamento entra na reflexão e na compreensão daqueles conhecimentos, estes alargam o horizonte da razão e isto diz respeito também àqueles que não conseguem partilhar a fé da Igreja.
No diálogo com o Estado e a sociedade, naturalmente a Igreja não tem soluções prontas para as diversas questões. Mas, unida às outras forças sociais, lutará pelas respostas que melhor correspondam à justa medida do ser humano. Aquilo que ela identificou como valores fundamentais, constitutivos e não negociáveis da existência humana, deve defendê-lo com a máxima clareza. Deve fazer todo o possível por criar uma convicção que possa depois traduzir-se em ação política.
Na situação atual da humanidade, o diálogo das religiões é uma condição necessária para a paz no mundo, constituindo por isso mesmo um dever para os cristãos bem como para as outras crenças religiosas. Este diálogo das religiões possui diversas dimensões. Há-de ser, antes de tudo, simplesmente um diálogo da vida, um diálogo da ação compartilhada. Nele, não se falará dos grandes temas da fé – se Deus é trinitário, ou como se deve entender a inspiração das Escrituras Sagradas, etc. –, mas trata-se dos problemas concretos da convivência e da responsabilidade comum pela sociedade, pelo Estado, pela humanidade.
Aqui é preciso aprender a aceitar o outro na sua forma de ser e pensar de modo diverso. Para isso, é necessário fazer da responsabilidade comum pela justiça e a paz o critério basilar do diálogo. Um diálogo, onde se trate de paz e de justiça indo mais além do que é simplesmente pragmático, torna-se por si mesmo uma luta ética sobre a verdade e sobre o ser humano; um diálogo sobre os valores que são pressupostos em tudo. Assim o diálogo, ao princípio meramente prático, torna-se também uma luta pelo justo modo de ser pessoa humana. Embora as escolhas básicas não estejam enquanto tais em discussão, os esforços à volta duma questão concreta tornam-se um percurso no qual ambas as partes podem encontrar purificação e enriquecimento através da escuta do outro. Assim estes esforços podem ter o significado também de passos comuns rumo à única verdade, sem que as escolhas básicas sejam alteradas. Se ambas as partes se movem a partir duma hermenêutica de justiça e de paz, a diferença básica não desaparecerá, mas crescerá uma proximidade mais profunda entre eles.
Hoje em geral, para a essência do diálogo inter-religioso, consideram fundamentais duas regras:
1ª) O diálogo não tem como alvo a conversão, mas a compreensão. Nisto se distingue da evangelização, da missão.
2ª) De acordo com isso, neste diálogo, ambas as partes permanecem deliberadamente na sua identidade própria, que, no diálogo, não põem em questão nem para si mesmo nem para os outros.
Estas regras são justas; mas penso que assim estejam formuladas demasiado superficialmente. Sim, o diálogo não visa a conversão, mas uma melhor compreensão recíproca: isto é correto. Contudo a busca de conhecimento e compreensão sempre pretende ser também uma aproximação da verdade. Assim, ambas as partes, aproximando-se passo a passo da verdade, avançam e caminham para uma maior partilha, que se funda sobre a unidade da verdade. Quanto a permanecer fiéis à própria identidade, seria demasiado pouco se o cristão, com a sua decisão a favor da própria identidade, interrompesse por assim dizer por vontade própria o caminho para a verdade. Então o seu ser cristão tornar-se-ia algo de arbitrário, uma escolha simplesmente factual. Nesse caso, evidentemente, ele não teria em conta que a religião tem a ver com a verdade. A propósito disto, eu diria que o cristão possui a grande confiança, mais ainda, a certeza basilar de poder tranquilamente fazer-se ao largo no vasto mar da verdade, sem dever temer pela sua identidade de cristão. Sem dúvida, não somos nós que possuímos a verdade, mas é ela que nos possui a nós: Cristo, que é a Verdade, tomou-nos pela mão e, no caminho da nossa busca apaixonada de conhecimento, sabemos que a sua mão nos sustenta firmemente. O fato de sermos interiormente sustentados pela mão de Cristo torna-nos simultaneamente livres e seguros. Livres: se somos sustentados por Ele, podemos, abertamente e sem medo, entrar em qualquer diálogo. Seguros, porque Ele não nos deixa, a não ser que sejamos nós mesmos a desligar-nos d’Ele. Unidos a Ele, estamos na luz da verdade.
1ª) O diálogo não tem como alvo a conversão, mas a compreensão. Nisto se distingue da evangelização, da missão.
2ª) De acordo com isso, neste diálogo, ambas as partes permanecem deliberadamente na sua identidade própria, que, no diálogo, não põem em questão nem para si mesmo nem para os outros.
Estas regras são justas; mas penso que assim estejam formuladas demasiado superficialmente. Sim, o diálogo não visa a conversão, mas uma melhor compreensão recíproca: isto é correto. Contudo a busca de conhecimento e compreensão sempre pretende ser também uma aproximação da verdade. Assim, ambas as partes, aproximando-se passo a passo da verdade, avançam e caminham para uma maior partilha, que se funda sobre a unidade da verdade. Quanto a permanecer fiéis à própria identidade, seria demasiado pouco se o cristão, com a sua decisão a favor da própria identidade, interrompesse por assim dizer por vontade própria o caminho para a verdade. Então o seu ser cristão tornar-se-ia algo de arbitrário, uma escolha simplesmente factual. Nesse caso, evidentemente, ele não teria em conta que a religião tem a ver com a verdade. A propósito disto, eu diria que o cristão possui a grande confiança, mais ainda, a certeza basilar de poder tranquilamente fazer-se ao largo no vasto mar da verdade, sem dever temer pela sua identidade de cristão. Sem dúvida, não somos nós que possuímos a verdade, mas é ela que nos possui a nós: Cristo, que é a Verdade, tomou-nos pela mão e, no caminho da nossa busca apaixonada de conhecimento, sabemos que a sua mão nos sustenta firmemente. O fato de sermos interiormente sustentados pela mão de Cristo torna-nos simultaneamente livres e seguros. Livres: se somos sustentados por Ele, podemos, abertamente e sem medo, entrar em qualquer diálogo. Seguros, porque Ele não nos deixa, a não ser que sejamos nós mesmos a desligar-nos d’Ele. Unidos a Ele, estamos na luz da verdade.
Por último, impõe-se ainda uma breve consideração sobre o anúncio, sobre a evangelização, de que, na sequência das propostas dos Padres Sinodais, falará efectiva e amplamente o documento pós-sinodal. Acho que os elementos essenciais do processo de evangelização são visíveis, de forma muito eloquente, na narração de São João sobre a vocação de dois discípulos do Baptista, que se tornam discípulos de Cristo (cf. Jo 1, 35-39). Antes de tudo, há o simples acto do anúncio. João Baptista indica Jesus e diz: «Eis o Cordeiro de Deus!» Pouco depois o evangelista vai narrar um facto parecido; agora é André que diz a Simão, seu irmão: «Encontrámos o Messias!» (1, 41). O primeiro elemento fundamental é o anúncio puro e simples, o kerigma, cuja força deriva da convicção interior do arauto. Na narração dos dois discípulos, temos depois a escuta, o seguir os passos de Jesus; um seguir que não é ainda verdadeiro seguimento, mas antes uma santa curiosidade, um movimento de busca. Na realidade, ambos os discípulos são pessoas à procura; pessoas que, para além do quotidiano, vivem na expectativa de Deus: na expectativa, porque Ele está presente e, portanto, manifestar-Se-á. E a busca, tocada pelo anúncio, torna-se concreta: querem conhecer melhor Aquele que o Baptista designou como o Cordeiro de Deus. Depois vem o terceiro acto que tem início com o facto de Jesus Se voltar para trás, Se voltar para eles e lhes perguntar: «Que pretendeis?» A resposta dos dois é uma nova pergunta que indica a abertura da sua expectativa, a disponibilidade para cumprir novos passos. Perguntam: «Rabi, onde moras?» A resposta de Jesus – «vinde e vereis» – é um convite para O acompanharem e, caminhando com Ele, tornarem-se videntes.
A palavra do anúncio torna-se eficaz quando existe no homem uma dócil disponibilidade para se aproximar de Deus, quando o homem anda interiormente à procura e, deste modo, está a caminho rumo ao Senhor. Então, vendo a solicitude de Jesus sente-se atingido no coração; depois o impacto com o anúncio suscita uma santa curiosidade de conhecer Jesus mais de perto. Este ir com Ele leva ao lugar onde Jesus habita: à comunidade da Igreja, que é o seu Corpo. Significa entrar na comunhão itinerante dos catecúmenos, que é uma comunhão feita de aprofundamento e, ao mesmo tempo, de vida, onde o caminhar com Jesus nos faz tornar videntes.
«Vinde e vereis». Esta palavra dirigida aos dois discípulos à procura, Jesus dirige-a também às pessoas de hoje que estão em busca. No final do ano, queremos pedir ao Senhor para que a Igreja, não obstante as próprias pobrezas, se torne cada vez mais reconhecível como sua morada.
«Vinde e vereis». Esta palavra dirigida aos dois discípulos à procura, Jesus dirige-a também às pessoas de hoje que estão em busca. No final do ano, queremos pedir ao Senhor para que a Igreja, não obstante as próprias pobrezas, se torne cada vez mais reconhecível como sua morada.
Pedimos-Lhe para que, no caminho rumo à sua casa, nos torne, também a nós, sempre mais videntes a fim de podermos afirmar sempre melhor e de modo cada mais convincente: encontrámos Aquele que todo o mundo espera, ou seja, Jesus Cristo, verdadeiro Filho de Deus e verdadeiro homem. Neste espírito, desejo de coração a todos vós um santo Natal e um feliz Ano Novo. Obrigado!
Grupo homossexual agride jovens católicos em Curitiba By Rafael de Paula on Janeiro 23, 2013
| Milton Alves, filiado ao PT e ex-militante do movimento terrorista MR-8, apoiou a agressão que considerou como um ato democrático daquilo que ele entende por “populares” de Curitiba. No vídeo abaixo, ele aparece segurando uma máquina aos 6 minutos e 24 segundos. |
Um grupo de jovens católicos do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira realizava uma campanha pacífica e ordeira contra o aborto e a ditadura homossexual, denominada Cruzada pela Família, no centro de Curitiba, no dia 14/01/2013, quando, em determinado momento, começou a se formar uma magote de homossexuais, simpatizantes deles, abortistas, feministas, ateus, vândalos e um político do PT que passaram a agredir verbalmente os caravanistas que abordavam os transeuntes e recebiam caloroso apoio por parte do povo curitibano.
Os caravanistas, ao final da campanha se reuniram e se preparavam para terminar a campanha quando os militantes homossexuais os cercaram e buscaram impedir que saíssem. Começou aí uma série de agressões verbais e até físicas, que para um dos caravanistas, terminou no hospital.
O vídeo abaixo foi gravado por um dos homossexuais que agrediam os jovens católicos, e contém inclusive diversos palavrões, gestos imorais, e coisas do tipo. É interessante ressaltar que em partes do vídeo, o homossexual que gravava, intencionalmente, não filmou os gestos e agressões obscenas feitas em frente aos caravanistas. Em outra parte do vídeo, sem qualquer razão, cortou o áudio do vídeo, colocou o dedo na frente da filmagem, etc. Mostra por parte deles medo em mostrar determinadas agressões. Manipulação. Chama a atenção também a inércia da polícia frente a, inclusive, agressão física.
O conteúdo do vídeo não é de minha responsabilidade.
O mesmo vídeo no youtube:
Fonte: http://cruzinabalavel.blogspot.com.br/2013/01/um-grupo-de-jovens-catolicos-do.html
Em entrevista polêmica, Silas Malafaia detona homossexuais; veja vídeo
Geral
04/02/13 21h56m - Paulo AfonsoEm entrevista polêmica, Silas Malafaia detona homossexuais; veja vídeo
Pastor evangélico foi o convidado de Marília Gabriela
para o programa 'De Frente com Gabi'
O programa 'De Frente com Gabi', apresentado por Marília
Gabriela, foi alvo de comentários nas redes sociais na noite do domingo (3).
Isso porque a jornalista recebeu o líder da igreja Assembléia de Deus Vitória em
Cristo, Silas Malafaia.
Durante sua participação no programa, o pastor evangélico comentou sobre alguns assuntos em que esteve envolvido ao longo de sua vida, entre eles o seu discurso contra os homossexuais.
Antes de ir direto ao assunto, Marília falou do discurso de posse do presidente Barack Obama, que disse estar ao lado dos gays. Sobre isso, Silas foi direto em sua opinião.
"Na minha igreja ele não teria sido reeleito. Vou explicar uma coisa: ninguém nasce gay, homossexualismo é um comportamento. Quem pode dizer que alguém nasce gay ou não? Não é a psicologia, é a genética. A única ciência que pode dizer isso é a biologia. Não existe ordem cromossômica homossexual, existe ordem cromossômica de macho e fêmea", explicou ele.
Bate-boca
As pontuações de Silas sobre a homossexualidade não pararam por aí. O evangélico continuou a falar do assunto com a jornalista. "Falando das pesquisas, 46% dos homossexuais foram violentados quando crianças ou adolescentes e 54% escolheram ser gays, ou seja, homossexualismo é comportamento".
Marília interrompe o pensamento do convidado e o pergunta se, já que a homossexualidade não vem da genética, porque então os animais tem relações com outros do mesmo sexo, afinal de contas eles não foram violentados fisicamente. A pergunta não é respondida pelo entrevistado, que logo entra em outro caso sobre o mesmo assunto.
A respeito das adoções de crianças feitas por casais gays, citado por Gabriela, Malafaia é enfático em seu comentário: "Não acredito que dois homens possam criar uma criança perfeita. Porque eu acredito que Deus fez homem e mulher e esses seres se completam. Não adianta vir com fotografia de jornal com dois caras e uma criança feliz, essa história não me convence. Não acredito que duas mulheres ou dois homens tenham a capacidade de desenvolver um ser humano".
O bate-boca rolou solto durante a entrevista. Silas continuou a mostrar sua indignação e filosofia sobre a homossexualidade. "A mãe de um bandido ama profundamente o filho, mas pergunte se ela concorda com aquilo que ele faz? Amar a pessoa é uma coisa, concordar com a prática é outra. Eu amo os homossexuais, mas discordo 100% de suas práticas. Amo os homossexuais como amo os bandidos, os assassinos...", fala ele.
Durante sua participação no programa, o pastor evangélico comentou sobre alguns assuntos em que esteve envolvido ao longo de sua vida, entre eles o seu discurso contra os homossexuais.
Antes de ir direto ao assunto, Marília falou do discurso de posse do presidente Barack Obama, que disse estar ao lado dos gays. Sobre isso, Silas foi direto em sua opinião.
"Na minha igreja ele não teria sido reeleito. Vou explicar uma coisa: ninguém nasce gay, homossexualismo é um comportamento. Quem pode dizer que alguém nasce gay ou não? Não é a psicologia, é a genética. A única ciência que pode dizer isso é a biologia. Não existe ordem cromossômica homossexual, existe ordem cromossômica de macho e fêmea", explicou ele.
Bate-boca
As pontuações de Silas sobre a homossexualidade não pararam por aí. O evangélico continuou a falar do assunto com a jornalista. "Falando das pesquisas, 46% dos homossexuais foram violentados quando crianças ou adolescentes e 54% escolheram ser gays, ou seja, homossexualismo é comportamento".
Marília interrompe o pensamento do convidado e o pergunta se, já que a homossexualidade não vem da genética, porque então os animais tem relações com outros do mesmo sexo, afinal de contas eles não foram violentados fisicamente. A pergunta não é respondida pelo entrevistado, que logo entra em outro caso sobre o mesmo assunto.
A respeito das adoções de crianças feitas por casais gays, citado por Gabriela, Malafaia é enfático em seu comentário: "Não acredito que dois homens possam criar uma criança perfeita. Porque eu acredito que Deus fez homem e mulher e esses seres se completam. Não adianta vir com fotografia de jornal com dois caras e uma criança feliz, essa história não me convence. Não acredito que duas mulheres ou dois homens tenham a capacidade de desenvolver um ser humano".
O bate-boca rolou solto durante a entrevista. Silas continuou a mostrar sua indignação e filosofia sobre a homossexualidade. "A mãe de um bandido ama profundamente o filho, mas pergunte se ela concorda com aquilo que ele faz? Amar a pessoa é uma coisa, concordar com a prática é outra. Eu amo os homossexuais, mas discordo 100% de suas práticas. Amo os homossexuais como amo os bandidos, os assassinos...", fala ele.
Fortuna
A respeito da fortuna que teria - cerca de R$ 300 milhões -, o pastor contestou a informação. "Eu vivo das pessoas que acreditam em mim para darem ofertas. Se eu pegar os bens que tenho atualmente e somar tudo eu vou ter mais ou menos R$ 4,5 milhões. Há 25 anos eu não tenho salário de pastor. Eu sou pastor há 30 anos", pontuou ele.
A respeito da fortuna que teria - cerca de R$ 300 milhões -, o pastor contestou a informação. "Eu vivo das pessoas que acreditam em mim para darem ofertas. Se eu pegar os bens que tenho atualmente e somar tudo eu vou ter mais ou menos R$ 4,5 milhões. Há 25 anos eu não tenho salário de pastor. Eu sou pastor há 30 anos", pontuou ele.
Questionado pela apresentadora se ele levaria o fiel a crer
que, dar o dízimo à igreja melhoraria sua vida, o evangélico respondeu: "Não sou
eu que digo isso, é a Bíblia. Quando eu digo ao meu fiel que ele vai dar dízimo
e oferta para ser rico, eu estou falando uma mentira. Agora quando eu digo que
ele dando a oferta Deus vai abençoar, eu falo uma verdade, porque é isso que a
Bíblia me aponta".
Antes de concluir a entrevista, Marília Gabriela fez um bate-bola com perguntas e respostas curtas. Logo em seguida, a jornalista deixou uma mensagem para o convidado. "Que o meu Deus, que não sei se é o mesmo que o seu, te perdoe", disse ela. Ele, por sua vez, rebateu: "Ah Ele me perdoa porque eu sou pecador".
Redes Sociais
A entrevista de Silas foi alvo de críticas nas redes sociais. Muitos não deixaram de expressar sua opinião sobre as palavras do pastor. Entre os comentários alguns se destacam pela fúria e revolta.
"Cadê o Dhomini pra arrancar os dentes do @PastorMalafaia com um machado?", postou um jovem no Twitter. Já uma moça optou por fazer uma brincadeira da situação. "Esse 'De Frente com Gabi' foi quase um paredão Marília Gabriela X Silas Malafaia. #FicaGabi #ForaSilas".
No Facebook, outras pessoas também emboçaram uma reação negativa pelos comentários do entrevistado do programa. "Marília Gabriela sambando na cara do Silas Malafaia, rebatendo todas as bobagens que ele diz. Bate-boca excitante! Mas, apesar disso, acho que ela sequer deveria ter dado espaço para essa aberração. Gente assim não merece ter voz em veículos realmente sérios. Lixos como ele não merecem espaço na televisão e nem na imprensa em geral. #DeFrenteComGabi", desabafou um telespectador na rede social.
Confira o vídeo na íntegra da entrevista:
Matéria original: iBahia
Em entrevista polêmica, Silas Malafaia detona homossexuais; veja vídeo
Antes de concluir a entrevista, Marília Gabriela fez um bate-bola com perguntas e respostas curtas. Logo em seguida, a jornalista deixou uma mensagem para o convidado. "Que o meu Deus, que não sei se é o mesmo que o seu, te perdoe", disse ela. Ele, por sua vez, rebateu: "Ah Ele me perdoa porque eu sou pecador".
Redes Sociais
A entrevista de Silas foi alvo de críticas nas redes sociais. Muitos não deixaram de expressar sua opinião sobre as palavras do pastor. Entre os comentários alguns se destacam pela fúria e revolta.
"Cadê o Dhomini pra arrancar os dentes do @PastorMalafaia com um machado?", postou um jovem no Twitter. Já uma moça optou por fazer uma brincadeira da situação. "Esse 'De Frente com Gabi' foi quase um paredão Marília Gabriela X Silas Malafaia. #FicaGabi #ForaSilas".
No Facebook, outras pessoas também emboçaram uma reação negativa pelos comentários do entrevistado do programa. "Marília Gabriela sambando na cara do Silas Malafaia, rebatendo todas as bobagens que ele diz. Bate-boca excitante! Mas, apesar disso, acho que ela sequer deveria ter dado espaço para essa aberração. Gente assim não merece ter voz em veículos realmente sérios. Lixos como ele não merecem espaço na televisão e nem na imprensa em geral. #DeFrenteComGabi", desabafou um telespectador na rede social.
Confira o vídeo na íntegra da entrevista:
Matéria original: iBahia
Em entrevista polêmica, Silas Malafaia detona homossexuais; veja vídeo
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
TESTEMUNHO DE WALMIR ALENCAR NA ÍNTEGRA
Minha vida é pura misericórdia! Nasci no dia 29 de Julho de 1967 em Registro, baixada santista, no Estado de São Paulo. E jamais pensei em ser músico, nem sequer ser de Deus ou até mesmo servi-lo como sirvo hoje. Desde pequeno fui criado em meio a uma grande indecisão. Minha família era espírita de “mesa branca”, onde se invocava os mortos. Como toda família, nós também buscávamos uma tal felicidade que parecia ser ilusão, porque nunca a vimos em nossa casa. Parecia que quanto mais buscássemos nesses lugares, mais distante ela ficava. A minha rebeldia e as desavenças entre nós faziam com que vivêssemos num confronto diário de desamor.
Em minha adolescência, já vivendo em São José dos Campos-SP, essa busca por um alento aumentou, mas com ela minha infelicidade também, pois eu buscava em meio a pessoas que viviam num verdadeiro lamaçal de pecados, principalmente o da afetividade, que quase me afundou na prostituição.
Pensando estar seguro, eu até dizia aos que me aconselhavam para sair daquilo e voltar para a minha família: “Esses agora são minha família! Eu nunca tive outra!”. Mas os “amigos” desse meio que eu conhecia, não duravam muito tempo: Uns morriam por assassinato e outros por drogas, e eu simplesmente ia restando.
Enquanto isso, em casa, eu assistia de camarote a minha família se desfazer: Meus pais se separando, minha irmã mais velha tornando-se mãe solteira, sendo que já não tínhamos nem condições financeiras para cuidar dos outros irmãos. Vivi anos debaixo do mesmo teto sem conversar com uma de minhas irmãs. E além de tudo isso, o irmão mais novo cai do muro e falece. Parecia que nossa sorte era a desgraça.
Minha mãe não aguentando segurar tudo isso, um dia de manhã quando nós acordamos, nos deixou um bilhete dizendo que era para a gente se cuidar porque ela estava indo embora.
Nossa família se desmoronou. A partir dali cada um buscava viver sua vida.
Foi nesse tempo que com 16 anos de idade, recebi um convite de um jovem vizinho para participar da Missa da juventude, a das 10h. Mas somente depois de alguns meses, ao passar sem querer em frente da Igreja num domingo de manhã, vi jovens entrando nessa Igreja e me lembrei do convite. Faltavam alguns minutos para começar. Acabei entrando. Eu estava com chinelo de dedo, fedendo por raramente tomar banho, cabelo grande, roupas velhas e nem mesmo sabia que o gesto que todos fizeram no início era o sinal de uma cruz que traçavam sobre a testa e o peito. Vi alguns se afastando de mim, talvez pelo medo… Mas quando vi a alegria daqueles jovens cantando e dançando, não me importei com mais nada… chorei muito, pois parecia que eu estava mais perto dessa tal felicidade.
Uma frase queimava no meu peito: “Aqui é meu lugar”. Fui batizado não muito tempo depois na mesma Igreja. Comigo também três irmãs acima de minha idade e outra mais jovem que eu. Uma delas foi batizada, recebeu a primeira comunhão e se casou… tudo no mesmo dia. Foi uma Festa!
Hoje minha maior felicidade é ver minha família buscando o Senhor. Depois de alguns anos encontrei minha mãe e voltei a morar com ela. Nesse tempo as minhas irmãs já começavam a frequentar grupo de oração. Fui criando coragem de me aproximar da minha irmã, aquela que eu não conversava. Hoje somos grandes amigos e sentimos saudades quando demoramos para nos encontrar. Já a minha mãe foi reconquistando toda a família novamente com seu jeito e testemunho de vida. Ela entrou para a Igreja e se casou em Maio de 2003. Apesar dela não ter se casado com meu pai, uma grande realização em minha vida, foi vê-los se encontrando e conversando como bons amigos. Deus é santo e bom em tudo o que faz ou permite!
Continuo esperando em Deus e não desanimo. Ainda que falte alguma coisa para o Senhor ajustar em minha casa, como meu irmão que por causa das drogas ficou no Carandiru até fechar e há muitos anos viveu de presídio em presídio. Sem saber que ele havia sido transferido para o presídio de Avaré-SP, fiz um show lá, e ele me ouvia através de um radinho a transmissão do evento. Somente quando ele saiu definitivamente, que ele me contou como foi difícil para saber que seu irmão estava ali tão perto e nem mesmo podia se comunicar.
Hoje, graças a Deus, ele se encontra bem e temos um ótimo relacionamento.
Eu trago sempre comigo esta promessa:
“Crê no Senhor Jesus e serás salvo tu e tua família” (Atos 16,31)
Mas Deus sempre traduziu este trecho da Bíblia para mim desta forma:
”Se você cuida da minha Obra, Eu cuido da sua família”.
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