segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Castidade Entenda Como viver a castidade no casamento? segunda-feira, 25 de agosto de 2014, 7h00

Muitas pessoas acreditam que castidade significa abstinência sexual e, por isso mesmo, é uma virtude para o tempo de namoro e noivado. Porém, todo cristão é chamado a ser casto em seu estado de vida específico (celibato ou matrimônio). Surge então o desafio de entender o que seria a castidade dentro do casamento, e como ela funciona na prática. Para mim, três conceitos são essenciais para entendermos o que ela significa: fidelidade, doação e totalidade.
Todos nós sabemos que, no rito do matrimônio, é feita a promessa da fidelidade. Porém, gostaria de convidá-lo a olhar com outros olhos essa decisão. Fidelidade significa ser exclusivo de alguém, separar o que somos e a nossa afetividade sexual para uma única pessoa. É reservar o que temos de mais precioso para entregar àquele que se mostrou digno de nos receber por causa do seu amor (comprometido na saúde e na doença, na alegria e na tristeza…). Sendo o matrimônio nossa vocação, nos nossos esposos Deus colocou tudo o que é necessário para nos completar e nos saciar em todos os aspectos – também no sexual.
Como viver a castidade no casamento
O outro é um tesouro escondido que encontramos, e pelo qual vendemos todos os nossos bens (incluindo outras pessoas). Costumo dizer para os noivos que deveriam olhar um para o outro e sentir: “Nossa, essa pessoa é um tesouro! Não posso perdê-la!”. Se estiver em dúvida sobre isso, não se case. A exclusividade não pode ser um peso, uma prisão! Ela é um ganho, uma sorte grande de ter encontrado alguém tão especial para dividir a vida.
A fidelidade não é algo prático (não trair) ou imposta pelo meio exterior. Para ser verdadeira deve nascer no interior e governar cada pensamento, cada sentimento da pessoa. Amo uma passagem onde Jesus surpreende os fariseus falando sobre o adultério. Ele diz: “Todo aquele que olhar para uma mulher com o desejo de possuí-la, já cometeu adultério com ela em seu coração”. Pense que loucura!
A pessoa não praticou nenhum ato, ninguém sabe que ela pensou aquilo, mas Jesus diz que ela já cometeu adultério (nem preciso dizer quão grave é a pornografia após entendermos isso). A verdadeira fidelidade é um voto feito a Deus, uma consagração da sexualidade. Algo pessoal e íntimo, que diz respeito a nós e a Deus. A nossa fidelidade não pode ser determinada pelas atitudes do outro (mesmo que ocorra traição da outra parte). A nossa fidelidade gerará santidade e realização em nós e trará segurança e paz para nossa casa.
Em relação à doação, precisamos ter em mente o conceito verdadeiro do sexo e da realização sexual (explicado em outro artigo). A doação na castidade matrimonial envolve não usar do sexo e do outro para a nossa satisfação, mas buscar a doação para tornar o outro realizado. Com isso, dentro da relação sexual não sobra espaço para o desrespeito, para as atitudes que fogem da natureza humana ou para a agressividade. Sendo vocação, a nossa entrega ao esposo é uma representação terrestre da nossa entrega ao próprio Deus. Ele se torna a representação viva de Cristo, a quem devemos respeito, amor, serviço e dedicação. Na vida sexual, a realização do outro é nosso dever, nosso objetivo. Por isso, vivemos a sexualidade não para nós, mas para o outro. Nessa entrega está nossa realização.
Para ser verdadeira, essa doação precisa envolver tudo o que somos, a nossa totalidade. Nosso intelecto, sentimentos, nossa história e corpo. Tudo aberto e disponível para o outro, para completá-lo. A relação sexual na total doação não pode ter limitação, precisa acolher tudo o que o outro é, inclusive na sua fecundidade. Por isso, um casal que se fecha aos filhos (usando métodos anticoncepcionais, por exemplo) está rejeitando um dom existente no outro. Não se doam por completo e, por isso, não vivem uma castidade real.
Deus fez o ser humano de forma que um casal é fértil durante um pequeno período em cada ciclo menstrual e em uma fase restrita da vida. Assim sendo, Ele permitiu que fosse possível a vida sexual nos outros dias e fases sem a geração de um novo filho. A fecundidade do outro é um dom, e se estou fechada a isso, não o estou acolhendo em sua totalidade.
Você deve ter percebido que a castidade no matrimônio é um grande desafio diário e para a vida toda. Ela é uma representação da própria fidelidade de Cristo à Igreja, e é um dom que deve ser pedido a Deus constantemente. Com certeza , gerará uma grande felicidade para aqueles que a conquistarem. Termino com uma frase linda do Catecismo da Igreja Católica: “A castidade comporta uma aprendizagem do domínio de si, que é uma pedagogia da liberdade humana. A alternativa é clara: ou o homem comanda suas paixões e obtém a paz ou se deixa subjugar por elas e se torna infeliz (§2339).”

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

PARA TODOS OS CASAIS. ATENÇÃO:


"O demônio não suporta que os esposos se amem, revela exorcista
demônio deu ao exorcista italiano Pe. Sante Babolin durante um dos “combates”, quando o sacerdote lhe questionou por que estava causando problemas à esposa de um amigo.
“Por que este ódio?” Em declarações ao Semanário da Fé, o sacerdote explicou que Satanás detesta o Matrimônio porque é o sacramento mais próximo à Eucaristia.
“Explico-me: na Eucaristia, nós oferecemos o pão e o vinho ao Senhor, que pela ação do Espírito Santo, convertem-se no Corpo e Sangue de Jesus. No Sacramento do Matrimônio ocorre algo parecido: pela graça do Espírito Santo, o amor humano se converte no amor divino, assim, de maneira real e particular, os esposos, consagrados pelo Sacramento do Matrimônio, realizam o que diz a Sagrada Escritura: ‘Deus é amor: quem conserva o amor permanece em Deus e Deus com ele”.
Nesse sentido, o exorcista abordou o aumento no número de separações, cuja maioria se deve à degradação do amor entre homem e mulher.
“O Papa Bento XVI o assinalou em sua encíclica Deus caritas est: ‘O modo de exaltar o corpo, a que assistimos hoje, é enganador. O eros degradado a puro sexo torna-se mercadoria, torna-se simplesmente uma coisa que se pode comprar e vender; antes, o próprio homem torna-se mercadoria’. ‘E qualquer loja precisa renovar as mercadorias para vendê-la. Assim é do matrimônio fundamentado no sexo sem verdadeiro eros’”, expressou.
O sacerdote recordou que “o amor humano e divino, oferecido pelo Sacramento do Matrimônio, não é um amor instintivo, como não é instintiva a fé em Cristo; por isso necessita cultivo, vigilância e paciência”.
Por isso, alertou que “à infidelidade se chega com pequenas infidelidades; por isso cada esposo deve ter presente sempre, na sua cabeça e no seu coração, o outro; o diálogo e a confiança devem sempre permanecer”.
“O Diabo prova os esposos cristãos para levá-los à infidelidade, exatamente porque ele, sendo ódio, não tolera o amor”, assinalou.
Diante desta situação, recomendou que o casal reze o terço junto para afastar-se da tentação da infidelidade, além de praticar atividades que fortaleçam sua união.
Sobre o perdão, o Pe. Babolin afirmou que tem “um papel decisivo”, pois “renova a graça do Sacramento do Matrimônio. Mas o verdadeiro perdão tem que ser um acontecimento excepcional, pois viver o Matrimônio em uma constante busca de perdão, significa viver o amor em uma sala de reanimação”.
“O ideal seria descobrir, com a ajuda de pessoas competentes na vida de fé e na dinâmica psicológica relacional, as armadilhas do Inimigo do Amor. O Sacramento do Matrimônio oferece a força do Espírito Santo para que os esposos atuem uma espécie de personalidade corporativa, que realiza um caminho de santidade compartilhada”, assegurou."

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Terça-Feira, 19 de agosto 2014 O demônio quer destruir as famílias



O objetivo do demônio não é apenas separar casais, mas destruir toda a sua família, porque ele sabe que seu lar é a arca da aliança para sua salvação. 

Deus nos revela que quer salvar a arca da aliança, que é a família. Há um exército inteiro, chefiado por Asmodeu ["perdedor de lares"], que quer fazer perecer todos os casamentos. Ele ataca o seu lar também. Por isso, você precisa confiar e se entregar, sem reservas, ao Senhor. 

Você precisa ser como Tobit, como Sara. Deus lhe enviou um anjo de cura, Rafael, que tem um exército muito mais poderoso que o de Asmodeu, para curar o seu lar, o seu casamento, a arca da aliança que o Senhor confiou a você para ser reconstruída. Portanto, você precisa obedecer o Altíssimo, abandonar a mentalidade do mundo. Deus lhe mostrará sobre quem o demônio tem poder: sobre os que se casam banindo o Senhor de seu coração e de sua vida".

Não é mais tempo de pensar que basta ir à Missa ou simplesmente orar de vez em quando. É preciso estar com Deus constantemente! A oração e a Missa são como âncoras para salvar você e toda a sua família. Se você se casou e não tinha Deus, agora já pode tê-Lo. Ele mesmo o chama de volta. 



Seu irmão, 

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Nota PSB...

Nota PSB
No dia em que são passados nove anos do falecimento de Miguel Arraes, o Partido Socialista Brasileiro cumpre o doloroso dever de comunicar o falecimento, nesta data, vítima de acidente aéreo, do seu presidente, ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, nosso candidato à Presidência da República.
Aos 49 anos recém completados, Eduardo Campos vivia o auge de sua brilhante carreira política: deputado estadual, secretário de Estado de Pernambuco, deputado federal, ministro de Estado, governador de Pernambuco reeleito por consagradora maioria, oferecia sua experiência e juventude ao serviço do País.
Candidato à Presidência da República, apresentou-se ao debate de nossas questões fundamentais, coerente com os princípios que sempre nortearem sua vida, e o primeiro deles era a busca por justiça social, razão de existência do Partido Socialista Brasileiro.
Perdemos Eduardo Campos quando mais o Brasil precisava de seu patriotismo, seu desprendimento, seu destemor e sua competência.
Não é só Pernambuco e sua gente que perdem seu líder; não é só o PSB que perde seu líder. É o Brasil que perde um jovem e promissor estadista.
Estamos todos de luto.
Brasília, 13 de agosto de 2014.
Roberto Amaral
Primeiro vice-presidente do Partido Socialista Brasileiro
---
Nota Rede Sustentabilidade
Rede está em luto por Eduardo Campos e equipe
Neste momento de dor e perplexidade, a Rede Sustentabilidade manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Eduardo Campos e pelos companheiros de equipe Pedro Valadares Neto, Marcelo Lira, Alexandre Gomes da Silva, Carlos Percol e dos pilotos Geraldo da Cunha e Marcos Martins em um acidente aéreo na manhã desta quarta-feira.
A REDE se solidariza com seus familiares, amigos e assessores e convida a todos a manter Eduardo Campos e sua equipe em seus pensamentos.
Rede Sustentabilidade
No dia em que são passados nove anos do falecimento de Miguel Arraes, o Partido Socialista Brasileiro cumpre o doloroso dever de comunicar o falecimento, nesta data, vítima de acidente aéreo, do seu presidente, ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, nosso candidato à Presidência da República.
Aos 49 anos recém completados, Eduardo Campos vivia o auge de sua brilhante carreira política: deputado estadual, secretário de Estado de Pernambuco, deputado federal, ministro de Estado, governador de Pernambuco reeleito por consagradora maioria, oferecia sua experiência e juventude ao serviço do País.
Candidato à Presidência da República, apresentou-se ao debate de nossas questões fundamentais, coerente com os princípios que sempre nortearem sua vida, e o primeiro deles era a busca por justiça social, razão de existência do Partido Socialista Brasileiro.
Perdemos Eduardo Campos quando mais o Brasil precisava de seu patriotismo, seu desprendimento, seu destemor e sua competência.
Não é só Pernambuco e sua gente que perdem seu líder; não é só o PSB que perde seu líder. É o Brasil que perde um jovem e promissor estadista.
Estamos todos de luto.
Brasília, 13 de agosto de 2014.
Roberto Amaral
Primeiro vice-presidente do Partido Socialista Brasileiro
---
Nota Rede Sustentabilidade
Rede está em luto por Eduardo Campos e equipe
Neste momento de dor e perplexidade, a Rede Sustentabilidade manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Eduardo Campos e pelos companheiros de equipe Pedro Valadares Neto, Marcelo Lira, Alexandre Gomes da Silva, Carlos Percol e dos pilotos Geraldo da Cunha e Marcos Martins em um acidente aéreo na manhã desta quarta-feira.
A REDE se solidariza com seus familiares, amigos e assessores e convida a todos a manter Eduardo Campos e sua equipe em seus pensamentos.
Rede Sustentabilidade
No dia em que são passados nove anos do falecimento de Miguel Arraes, o Partido Socialista Brasileiro cumpre o doloroso dever de comunicar o falecimento, nesta data, vítima de acidente aéreo, do seu presidente, ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, nosso candidato à Presidência da República.
Aos 49 anos recém completados, Eduardo Campos vivia o auge de sua brilhante carreira política: deputado estadual, secretário de Estado de Pernambuco, deputado federal, ministro de Estado, governador de Pernambuco reeleito por consagradora maioria, oferecia sua experiência e juventude ao serviço do País.
Candidato à Presidência da República, apresentou-se ao debate de nossas questões fundamentais, coerente com os princípios que sempre nortearem sua vida, e o primeiro deles era a busca por justiça social, razão de existência do Partido Socialista Brasileiro.
Perdemos Eduardo Campos quando mais o Brasil precisava de seu patriotismo, seu desprendimento, seu destemor e sua competência.
Não é só Pernambuco e sua gente que perdem seu líder; não é só o PSB que perde seu líder. É o Brasil que perde um jovem e promissor estadista.
Estamos todos de luto.
Brasília, 13 de agosto de 2014.
Roberto Amaral
Primeiro vice-presidente do Partido Socialista Brasileiro
---
Nota Rede Sustentabilidade
Rede está em luto por Eduardo Campos e equipe
Neste momento de dor e perplexidade, a Rede Sustentabilidade manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Eduardo Campos e pelos companheiros de equipe Pedro Valadares Neto, Marcelo Lira, Alexandre Gomes da Silva, Carlos Percol e dos pilotos Geraldo da Cunha e Marcos Martins em um acidente aéreo na manhã desta quarta-feira.
A REDE se solidariza com seus familiares, amigos e assessores e convida a todos a manter Eduardo Campos e sua equipe em seus pensamentos.
Rede Sustentabilidade

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Papa diz “não” a qualquer tipo de droga e “sim” à vida

Santo Padre falou aos participantes da reunião anual antidroga, reiterando seu “sim” à vida
Da Redação, com Rádio Vaticano
Papa diz "não" a qualquer tipo de droga e "sim" à vidaO Papa Francisco recebeu em audiência nesta sexta-feira, 20, os participantes da 31ª edição da Conferência Internacional Antidroga.
Trata-se de uma reunião anual dos responsáveis das agências antidroga mundiais, que este ano se realizou em Roma entre os dias 17 e 19 de junho. Na ocasião, Francisco reafirmou o seu “não” a qualquer tipo de droga.
No seu discurso aos presentes, o Pontífice expressou apreço pelo trabalho que a Conferência realiza enfrentando este problema grave e complexo da atualidade. Ele fez votos de que se possa atingir os objetivos propostos, como coordenar as políticas antidroga e desenvolver uma estratégia operativa que contraste o narcotráfico.
“O flagelo das drogas continua a fazer estragos em formas e dimensões impressionantes, alimentado por um mercado vergonhoso que atravessa as fronteiras nacionais e continentais. Desta forma, continua a crescer o perigo para os jovens e adolescentes. Diante deste fenômeno, sinto a necessidade de expressar a minha tristeza e a minha preocupação”.
Francisco ressaltou que a droga não se vence com a droga. Segundo ele, trata-se de um mal com o qual não pode haver relaxamento ou compromissos, de forma que a tentativa de reduzir o dano permitindo o uso de psicofármacos àquelas pessoas que continuam a usar droga não resolve de fato o problema.
“A legalização das chamadas ‘drogas leves’, mesmo de modo parcial, além de ser, pelo menos, questionável em termos de legislação, não produz os efeitos que foram pré-fixados. As drogas substitutivas, então, não são uma terapia suficiente, mas uma forma velada de se render ao fenômeno. Quero reafirmar o que eu já disse em outra ocasião: ‘não a qualquer tipo de droga’”.
Mas para dizer esse “não” às drogas é preciso dizer “sim” à vida, observou o Santo Padre. Ele acredita que se houver um “sim” aos outros, ao amor, à educação, ao trabalho e a mais fontes de trabalho não haverá lugar para as drogas, para o álcool e para outras dependências.
O Papa Francisco recordou que a Igreja, fiel ao mandato de Jesus de ir a todos os lugares onde há um ser humano que sofre, não abandonou aqueles que caíram na espiral da droga, mas com o seu amor criativo foi ao encontro deles. “O exemplo dos muitos jovens que, desejosos de escapar da dependência da droga, se empenham em reconstruir as suas vidas, é um incentivo para olhar para frente com confiança”, finalizou o Papa Francisco.
Esse Congresso Internacional realizado em Roma teve como tema “O desmantelamento das estruturas financeiras do narcotráfico”. 500 delegados de 129 países se reuniram para discutir sobre o assunto, divididos em sete grupos de trabalho compostos por área geográfica (América do Sul, Caribe, América do Norte e Central, Ásia do Sul e Central, Europa, África, Sudeste asiático), abordando as problemáticas da lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Quando Deus nos confia uma missão, Ele nos prepara, diz Papa

Na Casa Santa Marta, Francisco destacou que Deus realiza um caminho de preparação com os seus escolhidos
Da Redação, com Rádio Vaticano
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Francisco fala sobre o profeta Elias / Foto: Rádio Vaticano
A história do Profeta Elias, extraída do Livro dos Reis, foi explicada pelo Papa Francisco na homilia desta sexta-feira, 13, na Casa Santa Marta.
O célebre trecho litúrgico  mostra Elias no Monte Horeb, que recebe o convite a sair da gruta  e apresentar-se diante de Deus.  O profeta, que aguarda a “passagem do Senhor”, presencia  um forte vento, um terremoto e o fogo, porém não encontra o Senhor. Por fim, numa brisa suave,  Elias reconhece o Senhor.
“O Senhor era um fio de silêncio sonoro”. Parece uma contradição: estava naquele fio de silêncio sonoro. Elias sabe discernir onde está o Senhor, e o Senhor o prepara com o dom do discernimento. E depois, entrega a missão”, afirmou o Papa.
Francisco explicou que a  missão que Deus confia a Elias é a de ungir o novo Rei de Israel e o novo profeta chamado a substituir o próprio Elias. Ele destaca a delicadeza e o sentido de paternidade com os quais esta missão é confiada a um homem que, capaz de força e zelo num momento, agora parece somente um derrotado. “O Senhor prepara a alma, prepara o coração, e o prepara na provação, na obediência e na perseverança”, afirmou o pontífice.
“O Senhor, quando quer nos dar uma missão, quer nos dar trabalho, nos prepara. Nos prepara para fazê-lo bem, como preparou Elias. E o mais importante disso não é que ele encontrou o Senhor. O importante é todo o percurso para chegar à missão que o Senhor confia”, enfatizou.
O Santo Padre destaca que  esta é a diferença entre a missão apostólica dada pelo Senhor , de uma simples tarefa.  “Ah, é preciso fazer isso, é preciso fazer aquilo…uma tarefa humana, honesta, boa… Quando o Senhor dá uma missão, sempre nos faz entrar num processo, um processo de purificação, de discernimento, de obediência e de oração”, ensinou o Papa.
Segundo o Papa, a fidelidade a este processo é deixar-nos conduzir pelo Senhor. Neste caso, com a ajuda de Deus, Elias supera o temor provocado pela Rainha Jezabel, que ameaçou matá-lo.
“Esta rainha era má, matava os seus inimigos. E ele tem medo. Mas o Senhor é mais poderoso. Mas o faz sentir que mesmo os grandes e bons necessitam da ajuda do Senhor e da preparação à missão. Vejamos isso: ele caminha, obedece, sofre, discerne, reza e  encontra o Senhor”, concluiu o Santo Padre.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

-Sabemos bem que depois do pecado original, ficamos privados da inocência, as concupiscências nos atacaram, o nobre e refulgente corpo humano tornou-se objeto de pecado.

-Sabemos bem que depois do pecado original, ficamos privados da inocência, as concupiscências nos atacaram, o nobre e refulgente corpo humano tornou-se objeto de pecado.
 
 
 
 
 
Todos sabem que não se deve andar por aí nu, porque a todos é dado o conhecimento do bem e do mau. Mas, há os que acostumaram-se à maldade do mundo, e acham nada demais o que é uma aberração. Vejamos, então algumas razões para se usar roupas modestas, para esclarecer os desinformados e avisar os conscientes do pecado.

1º- A roupa modesta oculta o que não deve ser mostrado.
Ora, e se sabemos que faz pecar o mostrar o que deve ser ocultado, porque se mostra, sem algum pesar? Está claro que aí está a malícia, e a malícia leva ao pecado mortal e, este, ao inferno eterno.

2º - A roupa modesta nos faz dignos.
Aqueles que voluntariamente usam roupas imodestas, mostram o quanto desprezam a dignidade do seu corpo: Templo do Espírito Santo.

3º - A roupa modesta mostra que somos filhos de Deus.
Os filhos assemelham-se ao Pai. Se somos os filhos do Rei Eterno, não andamos vestidos como abjetos animais brutos.

4º - Quem se veste decentemente se santifica.
Santifica-se e santifica. Todos os que são modestos têm as virtudes vivas na alma e despertam-nas nos próximos.

5º - A modéstia no vestir protege a pureza da alma, aliás, revela-a.
A boca fala do que o coração está cheio. O corpo mostra aquilo que preenche a alma. Se é uma alma suja, abjeta, assim se mostra por fora, se é uma alma limpa e pura, assim se mostra o indivíduo por fora.

6º - As roupas modestas nos faz dignos de estarmos constantemente na Presença de Deus.
Porque Deus é infinitamente Santo, e não é digno de estar ao Seu lado quem é o seu contrário. Porque a imodéstia é vaidade e esta, é pecado capital.

7º - Os modestos afugentam os demônios.
Porque os irrita, porque obedecem a Deus e estão sob Sua proteção, porque os Anjos não ficam constrangidos de estarem ao seu redor.

8º - As mulheres que usam roupas modestas por obediência a Deus, são filhas amadas de Maria, são Suas discípulas, são Suas flores, Suas protegidas.

Porque imitam-Na e glorificam-Na, sendo espelhos Seus no mundo, e a Grande e Majestosa Senhora lhes retribui largamente.

O contrário acontece com as que envergonham a Mãe Puríssima, porque quem desobedece a Deus (que pede a modéstia no vestir, cobrindo, Ele mesmo, adão e eva após o pecado), desobedece a Maria que é totalmente submissa a Deus. 

A desobediência é a causa de morte e condenação, é a favor do diabo, o primeiro desobediente, e anti-Cristo, porque Jesus foi extremamente obediente à Vontade Do Pai.

Ora, os filhos obedecem o Pai. Se não obedecem a Maria, se A desprezam, e desgostam, aqui na Terra, como esperarão receber tratamento de filhas amadas depois da morte?

9º - A modéstia nos pais, produz uma família santa.
Os filhos de pais santos são santos.

10º - A roupa simples e modesta dos obedientes a Deus neste mundo, tornar-se-á gloriosa e refulgente no dia da Ressurreição dos mortos.
Porque foram fiéis em honrar a Deus neste mundo, Ele lhes retribua com Sua Glória Celeste.

Depois de 10 razões, ainda há os que têm escrúpulos: "o que os outros pensarão? o que dirão de mim? serei aceito pelos meus amigos?" Disse Jesus que quem ama seu pai e sua mãe mais do que a Ele não é digno de Seu Amor. Isto se diz dos pais, que se dirá então dos amigos mundanos, que em nada contribuem para nossa ascensão a Deus? Quem nos dá tudo, tudo nos provê, e nos adquiriu a salvação eterna? Não foi outro senão Deus. E, assim sendo, por infinitas demonstrações de amor a nós, retribuiremos, naturalmente mais a Ele que aos outros. "De que vale ao homem ganhar o mundo e vir a perder a sua alma?" (Mc 8,36)

É isto, irmãos e irmãs, que Deus nos ilumine e Maria Santíssima nos oriente. Amém.

Salve Maria!