segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Não coloque exigências no seguimento domingo, 31 de agosto de 2014, 19h10 Modificado: domingo, 31 de agosto de 2014, 19h33

Padre Reginaldo Manzotti. Fotos: Wesley Almeida/ CançãoNova
Padre Reginaldo Manzotti. Fotos: Wesley Almeida/ CançãoNova
Às vezes, precisamos dizer a Deus que não está fácil carregar a cruz. Quer saber a medida certa para você estar no discipulado? Quando está difícil de carregar a cruz.
Na Liturgia de hoje, vimos que o profeta Jeremias estava em uma lamúria, ele que havia sido seduzido por Deus. Por mais que o profeta esteja murmurando ou reclamando, dentro dele há o amor de Deus que o seduziu. Para Jeremias não estava nada fácil. O contexto do livro de Jeremias é terrível, pois ele passava por grandes conflitos, mas mesmo assim ele diz: “Seduziste-me, Senhor, e deixei-me seduzir; foste mais forte, tiveste mais poder. Tornei-me alvo de irrisão o dia inteiro, todos zombam de mim” (Jeremias 20,7).
O silêncio de Deus dói. Se tem algo que nos faz sofrer na vida e que nos faz questionar, é o silêncio de Deus. Rezar não é arrancar algo de Deus, mas se colocar na predisposição daquilo que Deus tem para nós.
Quantas vezes passamos pela mesma dificuldade que Jeremias passou, de não ser compreendido pelas pessoas. Mas Deus nos compreende. Ninguém constroí um edifício espiritual de uma hora para a outra.
O silêncio de Deus é não ter as respostas que eu quero naquela hora. Deus dá as respostas. O silêncio não significa ausência. O edifício espiritual é construído aos poucos. Nós já fomos seduzisdos por Deus, mas onde precisamos perseverar? Todos nós somos vocacionados.
Eu fui seminarista, e todo dia é uma luta tremenda. Devemos rezar: “Senhor que eu não perca a sedução por ti”. Em nossas fragilidades, Deus não nos despreza. Só Deus foi o Cordeiro sem mancha.  Quem não se deixa seduzir por Deus, torna-se uma pessoa sem fé!
Jeremias era vocacionado. Servir a Deus é colocar-se a disposição do Senhor sem exigência. Às vezes, nos aproximamos de Jesus e começamos com as nossas exigências. Quem quer servir a Deus tem que colocar-se na cruz. Não colocar exigências. Não é Deus que veio fazer a minha vontade, mas sou eu que me coloco na vontade de Deus.
Se no deserto o diabo apareceu para Jesus, ele também se disfarça daquilo que é mais mundano para nos afastar do projeto de Deus.
Os amigos de Deus sofrem mais porque o inimigo não quer nos perder. O mal se empenha para atrapalhar a comunhão de intimidade  que temos com Deus. Conheço muitas pessoas que quando voltam para a Igreja e se deparam com as dificuldades, dizem: “Senhor, parece que minha vida piorou”. Mas não é Deus é o inimigo. É hora de dizer: “Seduza-me Senhor!”.
Peregrinos participam da Santa Missa. Fotos: Wesley Almeida/ Cançãonova
Peregrinos participam da Santa Missa. Fotos: Wesley Almeida/ Cançãonova
No Evangelho de hoje Jesus diz: “Vá embora satanás!”. Nós também precisamos ter a coragem de dizer: “Vá embora de mim inveja! Aparta-te de mim omissão! Aparta-te de mim satanás!”
São Pedro foi usado pelo mal porque deixou se levar pela lógica do mundo e não pela lógica de Deus. Onde está a nossa lógica? Será que não estamos nos deixando seduzir pelo mundo? Está na hora de rezar com a nossa verdade: “Senhor não está fácil ser vocacionado!”
Jesus diz: “Se alguém quer me seguir, tome a sua cruz!” Se alguém está sem cruz, como vai seguir Jesus? As pessoas dizem que querem seguir Jesus, mas não querem sofrer, não querem renunciar e muito menos confessar ou mudar de vida.
Se você está caminhando atrás de Jesus sem cruz, não é Jesus que você está seguindo. Tome a sua cruz! Alguns jovens vão para o seminário para adquirir poder, e existem até catequistas vão para a Igreja para sair de casa. Não podemos usar da Igreja para satisfazer o nosso ego.
Você está disposto a renunciar o projeto que você criou pensando que era de Deus?
Tenha a coragem de renunciar o egoísmo, renunciar os cargos da Igreja para se promover. Padre, seminarista, leigo, que não se oferece a Deus em sacrifício, não é vocacionado. Se você quer crescer na vida espiritual, ofereça a sua vida em sacrifício. Talvez você pense: “Não tenho mais nada para oferecer”. Mas nós sempre temos dois peixes e cinco pães para oferecer. Não podemos nos mundanizar e para isso lhe dou uma direção espiritual: confesse pelo menos uma vez no mês, para saber se está fazendo a vontade de Deus, busque os sacramentos.
Transcrição e adaptação: Jakeline Megda D’Onofrio

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Castidade Entenda Como viver a castidade no casamento? segunda-feira, 25 de agosto de 2014, 7h00

Muitas pessoas acreditam que castidade significa abstinência sexual e, por isso mesmo, é uma virtude para o tempo de namoro e noivado. Porém, todo cristão é chamado a ser casto em seu estado de vida específico (celibato ou matrimônio). Surge então o desafio de entender o que seria a castidade dentro do casamento, e como ela funciona na prática. Para mim, três conceitos são essenciais para entendermos o que ela significa: fidelidade, doação e totalidade.
Todos nós sabemos que, no rito do matrimônio, é feita a promessa da fidelidade. Porém, gostaria de convidá-lo a olhar com outros olhos essa decisão. Fidelidade significa ser exclusivo de alguém, separar o que somos e a nossa afetividade sexual para uma única pessoa. É reservar o que temos de mais precioso para entregar àquele que se mostrou digno de nos receber por causa do seu amor (comprometido na saúde e na doença, na alegria e na tristeza…). Sendo o matrimônio nossa vocação, nos nossos esposos Deus colocou tudo o que é necessário para nos completar e nos saciar em todos os aspectos – também no sexual.
Como viver a castidade no casamento
O outro é um tesouro escondido que encontramos, e pelo qual vendemos todos os nossos bens (incluindo outras pessoas). Costumo dizer para os noivos que deveriam olhar um para o outro e sentir: “Nossa, essa pessoa é um tesouro! Não posso perdê-la!”. Se estiver em dúvida sobre isso, não se case. A exclusividade não pode ser um peso, uma prisão! Ela é um ganho, uma sorte grande de ter encontrado alguém tão especial para dividir a vida.
A fidelidade não é algo prático (não trair) ou imposta pelo meio exterior. Para ser verdadeira deve nascer no interior e governar cada pensamento, cada sentimento da pessoa. Amo uma passagem onde Jesus surpreende os fariseus falando sobre o adultério. Ele diz: “Todo aquele que olhar para uma mulher com o desejo de possuí-la, já cometeu adultério com ela em seu coração”. Pense que loucura!
A pessoa não praticou nenhum ato, ninguém sabe que ela pensou aquilo, mas Jesus diz que ela já cometeu adultério (nem preciso dizer quão grave é a pornografia após entendermos isso). A verdadeira fidelidade é um voto feito a Deus, uma consagração da sexualidade. Algo pessoal e íntimo, que diz respeito a nós e a Deus. A nossa fidelidade não pode ser determinada pelas atitudes do outro (mesmo que ocorra traição da outra parte). A nossa fidelidade gerará santidade e realização em nós e trará segurança e paz para nossa casa.
Em relação à doação, precisamos ter em mente o conceito verdadeiro do sexo e da realização sexual (explicado em outro artigo). A doação na castidade matrimonial envolve não usar do sexo e do outro para a nossa satisfação, mas buscar a doação para tornar o outro realizado. Com isso, dentro da relação sexual não sobra espaço para o desrespeito, para as atitudes que fogem da natureza humana ou para a agressividade. Sendo vocação, a nossa entrega ao esposo é uma representação terrestre da nossa entrega ao próprio Deus. Ele se torna a representação viva de Cristo, a quem devemos respeito, amor, serviço e dedicação. Na vida sexual, a realização do outro é nosso dever, nosso objetivo. Por isso, vivemos a sexualidade não para nós, mas para o outro. Nessa entrega está nossa realização.
Para ser verdadeira, essa doação precisa envolver tudo o que somos, a nossa totalidade. Nosso intelecto, sentimentos, nossa história e corpo. Tudo aberto e disponível para o outro, para completá-lo. A relação sexual na total doação não pode ter limitação, precisa acolher tudo o que o outro é, inclusive na sua fecundidade. Por isso, um casal que se fecha aos filhos (usando métodos anticoncepcionais, por exemplo) está rejeitando um dom existente no outro. Não se doam por completo e, por isso, não vivem uma castidade real.
Deus fez o ser humano de forma que um casal é fértil durante um pequeno período em cada ciclo menstrual e em uma fase restrita da vida. Assim sendo, Ele permitiu que fosse possível a vida sexual nos outros dias e fases sem a geração de um novo filho. A fecundidade do outro é um dom, e se estou fechada a isso, não o estou acolhendo em sua totalidade.
Você deve ter percebido que a castidade no matrimônio é um grande desafio diário e para a vida toda. Ela é uma representação da própria fidelidade de Cristo à Igreja, e é um dom que deve ser pedido a Deus constantemente. Com certeza , gerará uma grande felicidade para aqueles que a conquistarem. Termino com uma frase linda do Catecismo da Igreja Católica: “A castidade comporta uma aprendizagem do domínio de si, que é uma pedagogia da liberdade humana. A alternativa é clara: ou o homem comanda suas paixões e obtém a paz ou se deixa subjugar por elas e se torna infeliz (§2339).”

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

PARA TODOS OS CASAIS. ATENÇÃO:


"O demônio não suporta que os esposos se amem, revela exorcista
demônio deu ao exorcista italiano Pe. Sante Babolin durante um dos “combates”, quando o sacerdote lhe questionou por que estava causando problemas à esposa de um amigo.
“Por que este ódio?” Em declarações ao Semanário da Fé, o sacerdote explicou que Satanás detesta o Matrimônio porque é o sacramento mais próximo à Eucaristia.
“Explico-me: na Eucaristia, nós oferecemos o pão e o vinho ao Senhor, que pela ação do Espírito Santo, convertem-se no Corpo e Sangue de Jesus. No Sacramento do Matrimônio ocorre algo parecido: pela graça do Espírito Santo, o amor humano se converte no amor divino, assim, de maneira real e particular, os esposos, consagrados pelo Sacramento do Matrimônio, realizam o que diz a Sagrada Escritura: ‘Deus é amor: quem conserva o amor permanece em Deus e Deus com ele”.
Nesse sentido, o exorcista abordou o aumento no número de separações, cuja maioria se deve à degradação do amor entre homem e mulher.
“O Papa Bento XVI o assinalou em sua encíclica Deus caritas est: ‘O modo de exaltar o corpo, a que assistimos hoje, é enganador. O eros degradado a puro sexo torna-se mercadoria, torna-se simplesmente uma coisa que se pode comprar e vender; antes, o próprio homem torna-se mercadoria’. ‘E qualquer loja precisa renovar as mercadorias para vendê-la. Assim é do matrimônio fundamentado no sexo sem verdadeiro eros’”, expressou.
O sacerdote recordou que “o amor humano e divino, oferecido pelo Sacramento do Matrimônio, não é um amor instintivo, como não é instintiva a fé em Cristo; por isso necessita cultivo, vigilância e paciência”.
Por isso, alertou que “à infidelidade se chega com pequenas infidelidades; por isso cada esposo deve ter presente sempre, na sua cabeça e no seu coração, o outro; o diálogo e a confiança devem sempre permanecer”.
“O Diabo prova os esposos cristãos para levá-los à infidelidade, exatamente porque ele, sendo ódio, não tolera o amor”, assinalou.
Diante desta situação, recomendou que o casal reze o terço junto para afastar-se da tentação da infidelidade, além de praticar atividades que fortaleçam sua união.
Sobre o perdão, o Pe. Babolin afirmou que tem “um papel decisivo”, pois “renova a graça do Sacramento do Matrimônio. Mas o verdadeiro perdão tem que ser um acontecimento excepcional, pois viver o Matrimônio em uma constante busca de perdão, significa viver o amor em uma sala de reanimação”.
“O ideal seria descobrir, com a ajuda de pessoas competentes na vida de fé e na dinâmica psicológica relacional, as armadilhas do Inimigo do Amor. O Sacramento do Matrimônio oferece a força do Espírito Santo para que os esposos atuem uma espécie de personalidade corporativa, que realiza um caminho de santidade compartilhada”, assegurou."

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Terça-Feira, 19 de agosto 2014 O demônio quer destruir as famílias



O objetivo do demônio não é apenas separar casais, mas destruir toda a sua família, porque ele sabe que seu lar é a arca da aliança para sua salvação. 

Deus nos revela que quer salvar a arca da aliança, que é a família. Há um exército inteiro, chefiado por Asmodeu ["perdedor de lares"], que quer fazer perecer todos os casamentos. Ele ataca o seu lar também. Por isso, você precisa confiar e se entregar, sem reservas, ao Senhor. 

Você precisa ser como Tobit, como Sara. Deus lhe enviou um anjo de cura, Rafael, que tem um exército muito mais poderoso que o de Asmodeu, para curar o seu lar, o seu casamento, a arca da aliança que o Senhor confiou a você para ser reconstruída. Portanto, você precisa obedecer o Altíssimo, abandonar a mentalidade do mundo. Deus lhe mostrará sobre quem o demônio tem poder: sobre os que se casam banindo o Senhor de seu coração e de sua vida".

Não é mais tempo de pensar que basta ir à Missa ou simplesmente orar de vez em quando. É preciso estar com Deus constantemente! A oração e a Missa são como âncoras para salvar você e toda a sua família. Se você se casou e não tinha Deus, agora já pode tê-Lo. Ele mesmo o chama de volta. 



Seu irmão, 

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Nota PSB...

Nota PSB
No dia em que são passados nove anos do falecimento de Miguel Arraes, o Partido Socialista Brasileiro cumpre o doloroso dever de comunicar o falecimento, nesta data, vítima de acidente aéreo, do seu presidente, ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, nosso candidato à Presidência da República.
Aos 49 anos recém completados, Eduardo Campos vivia o auge de sua brilhante carreira política: deputado estadual, secretário de Estado de Pernambuco, deputado federal, ministro de Estado, governador de Pernambuco reeleito por consagradora maioria, oferecia sua experiência e juventude ao serviço do País.
Candidato à Presidência da República, apresentou-se ao debate de nossas questões fundamentais, coerente com os princípios que sempre nortearem sua vida, e o primeiro deles era a busca por justiça social, razão de existência do Partido Socialista Brasileiro.
Perdemos Eduardo Campos quando mais o Brasil precisava de seu patriotismo, seu desprendimento, seu destemor e sua competência.
Não é só Pernambuco e sua gente que perdem seu líder; não é só o PSB que perde seu líder. É o Brasil que perde um jovem e promissor estadista.
Estamos todos de luto.
Brasília, 13 de agosto de 2014.
Roberto Amaral
Primeiro vice-presidente do Partido Socialista Brasileiro
---
Nota Rede Sustentabilidade
Rede está em luto por Eduardo Campos e equipe
Neste momento de dor e perplexidade, a Rede Sustentabilidade manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Eduardo Campos e pelos companheiros de equipe Pedro Valadares Neto, Marcelo Lira, Alexandre Gomes da Silva, Carlos Percol e dos pilotos Geraldo da Cunha e Marcos Martins em um acidente aéreo na manhã desta quarta-feira.
A REDE se solidariza com seus familiares, amigos e assessores e convida a todos a manter Eduardo Campos e sua equipe em seus pensamentos.
Rede Sustentabilidade
No dia em que são passados nove anos do falecimento de Miguel Arraes, o Partido Socialista Brasileiro cumpre o doloroso dever de comunicar o falecimento, nesta data, vítima de acidente aéreo, do seu presidente, ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, nosso candidato à Presidência da República.
Aos 49 anos recém completados, Eduardo Campos vivia o auge de sua brilhante carreira política: deputado estadual, secretário de Estado de Pernambuco, deputado federal, ministro de Estado, governador de Pernambuco reeleito por consagradora maioria, oferecia sua experiência e juventude ao serviço do País.
Candidato à Presidência da República, apresentou-se ao debate de nossas questões fundamentais, coerente com os princípios que sempre nortearem sua vida, e o primeiro deles era a busca por justiça social, razão de existência do Partido Socialista Brasileiro.
Perdemos Eduardo Campos quando mais o Brasil precisava de seu patriotismo, seu desprendimento, seu destemor e sua competência.
Não é só Pernambuco e sua gente que perdem seu líder; não é só o PSB que perde seu líder. É o Brasil que perde um jovem e promissor estadista.
Estamos todos de luto.
Brasília, 13 de agosto de 2014.
Roberto Amaral
Primeiro vice-presidente do Partido Socialista Brasileiro
---
Nota Rede Sustentabilidade
Rede está em luto por Eduardo Campos e equipe
Neste momento de dor e perplexidade, a Rede Sustentabilidade manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Eduardo Campos e pelos companheiros de equipe Pedro Valadares Neto, Marcelo Lira, Alexandre Gomes da Silva, Carlos Percol e dos pilotos Geraldo da Cunha e Marcos Martins em um acidente aéreo na manhã desta quarta-feira.
A REDE se solidariza com seus familiares, amigos e assessores e convida a todos a manter Eduardo Campos e sua equipe em seus pensamentos.
Rede Sustentabilidade
No dia em que são passados nove anos do falecimento de Miguel Arraes, o Partido Socialista Brasileiro cumpre o doloroso dever de comunicar o falecimento, nesta data, vítima de acidente aéreo, do seu presidente, ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, nosso candidato à Presidência da República.
Aos 49 anos recém completados, Eduardo Campos vivia o auge de sua brilhante carreira política: deputado estadual, secretário de Estado de Pernambuco, deputado federal, ministro de Estado, governador de Pernambuco reeleito por consagradora maioria, oferecia sua experiência e juventude ao serviço do País.
Candidato à Presidência da República, apresentou-se ao debate de nossas questões fundamentais, coerente com os princípios que sempre nortearem sua vida, e o primeiro deles era a busca por justiça social, razão de existência do Partido Socialista Brasileiro.
Perdemos Eduardo Campos quando mais o Brasil precisava de seu patriotismo, seu desprendimento, seu destemor e sua competência.
Não é só Pernambuco e sua gente que perdem seu líder; não é só o PSB que perde seu líder. É o Brasil que perde um jovem e promissor estadista.
Estamos todos de luto.
Brasília, 13 de agosto de 2014.
Roberto Amaral
Primeiro vice-presidente do Partido Socialista Brasileiro
---
Nota Rede Sustentabilidade
Rede está em luto por Eduardo Campos e equipe
Neste momento de dor e perplexidade, a Rede Sustentabilidade manifesta seu profundo pesar pelo falecimento de Eduardo Campos e pelos companheiros de equipe Pedro Valadares Neto, Marcelo Lira, Alexandre Gomes da Silva, Carlos Percol e dos pilotos Geraldo da Cunha e Marcos Martins em um acidente aéreo na manhã desta quarta-feira.
A REDE se solidariza com seus familiares, amigos e assessores e convida a todos a manter Eduardo Campos e sua equipe em seus pensamentos.
Rede Sustentabilidade

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Papa diz “não” a qualquer tipo de droga e “sim” à vida

Santo Padre falou aos participantes da reunião anual antidroga, reiterando seu “sim” à vida
Da Redação, com Rádio Vaticano
Papa diz "não" a qualquer tipo de droga e "sim" à vidaO Papa Francisco recebeu em audiência nesta sexta-feira, 20, os participantes da 31ª edição da Conferência Internacional Antidroga.
Trata-se de uma reunião anual dos responsáveis das agências antidroga mundiais, que este ano se realizou em Roma entre os dias 17 e 19 de junho. Na ocasião, Francisco reafirmou o seu “não” a qualquer tipo de droga.
No seu discurso aos presentes, o Pontífice expressou apreço pelo trabalho que a Conferência realiza enfrentando este problema grave e complexo da atualidade. Ele fez votos de que se possa atingir os objetivos propostos, como coordenar as políticas antidroga e desenvolver uma estratégia operativa que contraste o narcotráfico.
“O flagelo das drogas continua a fazer estragos em formas e dimensões impressionantes, alimentado por um mercado vergonhoso que atravessa as fronteiras nacionais e continentais. Desta forma, continua a crescer o perigo para os jovens e adolescentes. Diante deste fenômeno, sinto a necessidade de expressar a minha tristeza e a minha preocupação”.
Francisco ressaltou que a droga não se vence com a droga. Segundo ele, trata-se de um mal com o qual não pode haver relaxamento ou compromissos, de forma que a tentativa de reduzir o dano permitindo o uso de psicofármacos àquelas pessoas que continuam a usar droga não resolve de fato o problema.
“A legalização das chamadas ‘drogas leves’, mesmo de modo parcial, além de ser, pelo menos, questionável em termos de legislação, não produz os efeitos que foram pré-fixados. As drogas substitutivas, então, não são uma terapia suficiente, mas uma forma velada de se render ao fenômeno. Quero reafirmar o que eu já disse em outra ocasião: ‘não a qualquer tipo de droga’”.
Mas para dizer esse “não” às drogas é preciso dizer “sim” à vida, observou o Santo Padre. Ele acredita que se houver um “sim” aos outros, ao amor, à educação, ao trabalho e a mais fontes de trabalho não haverá lugar para as drogas, para o álcool e para outras dependências.
O Papa Francisco recordou que a Igreja, fiel ao mandato de Jesus de ir a todos os lugares onde há um ser humano que sofre, não abandonou aqueles que caíram na espiral da droga, mas com o seu amor criativo foi ao encontro deles. “O exemplo dos muitos jovens que, desejosos de escapar da dependência da droga, se empenham em reconstruir as suas vidas, é um incentivo para olhar para frente com confiança”, finalizou o Papa Francisco.
Esse Congresso Internacional realizado em Roma teve como tema “O desmantelamento das estruturas financeiras do narcotráfico”. 500 delegados de 129 países se reuniram para discutir sobre o assunto, divididos em sete grupos de trabalho compostos por área geográfica (América do Sul, Caribe, América do Norte e Central, Ásia do Sul e Central, Europa, África, Sudeste asiático), abordando as problemáticas da lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Quando Deus nos confia uma missão, Ele nos prepara, diz Papa

Na Casa Santa Marta, Francisco destacou que Deus realiza um caminho de preparação com os seus escolhidos
Da Redação, com Rádio Vaticano
papa_missão_preparação
Francisco fala sobre o profeta Elias / Foto: Rádio Vaticano
A história do Profeta Elias, extraída do Livro dos Reis, foi explicada pelo Papa Francisco na homilia desta sexta-feira, 13, na Casa Santa Marta.
O célebre trecho litúrgico  mostra Elias no Monte Horeb, que recebe o convite a sair da gruta  e apresentar-se diante de Deus.  O profeta, que aguarda a “passagem do Senhor”, presencia  um forte vento, um terremoto e o fogo, porém não encontra o Senhor. Por fim, numa brisa suave,  Elias reconhece o Senhor.
“O Senhor era um fio de silêncio sonoro”. Parece uma contradição: estava naquele fio de silêncio sonoro. Elias sabe discernir onde está o Senhor, e o Senhor o prepara com o dom do discernimento. E depois, entrega a missão”, afirmou o Papa.
Francisco explicou que a  missão que Deus confia a Elias é a de ungir o novo Rei de Israel e o novo profeta chamado a substituir o próprio Elias. Ele destaca a delicadeza e o sentido de paternidade com os quais esta missão é confiada a um homem que, capaz de força e zelo num momento, agora parece somente um derrotado. “O Senhor prepara a alma, prepara o coração, e o prepara na provação, na obediência e na perseverança”, afirmou o pontífice.
“O Senhor, quando quer nos dar uma missão, quer nos dar trabalho, nos prepara. Nos prepara para fazê-lo bem, como preparou Elias. E o mais importante disso não é que ele encontrou o Senhor. O importante é todo o percurso para chegar à missão que o Senhor confia”, enfatizou.
O Santo Padre destaca que  esta é a diferença entre a missão apostólica dada pelo Senhor , de uma simples tarefa.  “Ah, é preciso fazer isso, é preciso fazer aquilo…uma tarefa humana, honesta, boa… Quando o Senhor dá uma missão, sempre nos faz entrar num processo, um processo de purificação, de discernimento, de obediência e de oração”, ensinou o Papa.
Segundo o Papa, a fidelidade a este processo é deixar-nos conduzir pelo Senhor. Neste caso, com a ajuda de Deus, Elias supera o temor provocado pela Rainha Jezabel, que ameaçou matá-lo.
“Esta rainha era má, matava os seus inimigos. E ele tem medo. Mas o Senhor é mais poderoso. Mas o faz sentir que mesmo os grandes e bons necessitam da ajuda do Senhor e da preparação à missão. Vejamos isso: ele caminha, obedece, sofre, discerne, reza e  encontra o Senhor”, concluiu o Santo Padre.